Terça feira, 10 de dezembro de 2019 Edição nº 15045 22/08/2018  










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Rebaixamento preocupa torcida do Corinthians

LUCIANO TRINDADE
Da Folhapress – São Paulo

Com a derrota para o Grêmio, no sábado, o Corinthians encerrou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro com apenas 26 pontos. A marca desperta na torcida a sua lembrança mais triste. Em 2007, após as primeiras 19 rodadas, o time alvinegro tinha exatamente a mesma pontuação. No fim do ano, acabou rebaixado à segunda divisão nacional.

As terríveis coincidências não param por aí: a exemplo da edição de 11 anos atrás, o Corinthians vai encerrar o Brasileirão deste ano contra o Grêmio, em Porto Alegre.

Em 2007, o Corinthians precisava vencer, mas acabou apenas empatando com o time gaúcho e amargou a queda.

Outra semelhança se dá em relação aos técnicos. Sem dinheiro após a saída de Fábio Carille, o clube apostou no então auxiliar Osmar Loss, tática semelhante a usada para substituir Paulo César Carpegiani há 11 anos. José Augusto foi o promovido.

Enquanto Loss balança no cargo, Zé Augusto aguentou apenas seis partidas antes de ser substituído por Nelsinho Baptista, que comandou o time até o abismo da Série B.

Tem mais: os elencos também possuem semelhanças, com um ídolo veterano em fim de carreira e um jovem promissor. Vampeta e Willian, atualmente no Chelsea, faziam parte do time rebaixado. Desta vez, Sheik e Pedrinho tentam evitar que o Timão repita o vexame.

Por fim, até a tabela é cruel. Após o primeiro turno do Brasileirão 2007, o líder do torneio era o São Paulo, o mesmo que ocupa o topo da classificação deste ano. Haja sal grosso para a Fiel.

RESPIRAR FUNDO

É bem verdade, por outro lado, que todas essas coincidências também servem de lições para o próprio Corinthians. Se em 2007 era quase impossível para o torcedor alvinegro imaginar o clube rebaixado, hoje a preocupação com isso é mais real.

Osmar Loss sabe disso. E tem conhecimento também de que a pressão sobre ele é cada mais maior. Inclusive dentro do Parque São Jorge.

Assim como a torcida, membros da diretoria querem que ele define um esquema tático e seja mais simples na busca por soluções para o time melhorar.

Até os jogadores aguardam essa definição. Para Danilo Avelar, por exemplo, o time sofreu por não ter um centroavante na partida contra o Grêmio. "Talvez tenha faltado uma referência para a gente conseguir chegar", disse o lateral esquerdo.

Loss precisa resolver logo essas questões no time.



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