Sábado, 21 de setembro de 2019 Edição nº 15023 21/07/2018  










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Na TV, Taques volta a ironizar aliança DEM-MDB

Da Reportagem

O governador Pedro Taques (PSDB) voltou a ironizar a aliança entre DEM e MDB, para apoiar a candidatura de seu ex-aliado Mauro Mendes (DEM). Na noite de quinta-feira, no programa Resumo do Dia (TV Brasil Oeste), Taques disse ao apresentador Roberto França não entender a perseguição que tem sofrido pelos opositores políticos. Segundo ele, todos “se juntaram e fizeram um panelão”. “Todos contra Taques”, assim definiu o cenário atual que antecede as eleições.

“Parece que está se formando um panelaço do lado, onde cabe tudo para nós enfrentar. A ideia que nós queremos e eu peço ao cidadão que faça uma reflexão, porque isso está acontecendo, o que eu fiz de tão errado? Aí tem! Qual o temor? Qual é o medo? Todos contra Taques! Eu não sou filho de pai assustado”, disse Taques.

Ao garantir que não tem medo da união política contra sua candidatura a reeleição, o tucano lembrou que que enfrentou coisas piores, como o crime organizado. Ele destacou o caso do ex-bicheiro João Arcanjo que o deixou conhecido no Estado. “Aliás a minha vida foi dedicada a combater o crime organizado. Em 2002 eu era o procurador da República e eu e outros profissionais prenderam o João Arcanjo Ribeiro, se recorda disso? Desmantelamos o crime organizado neste estado”, recordou.

Ainda sobre as alianças formadas pelo grupo adversário, o governador colocou que nem sempre as "discussões de cúpula" acabam em vitória nas urnas. "Vocês sabem que em política tudo pode acontecer. O mais pode ser menos", alertou.

Taques também disse não temer debater, durante a campanha deste ano, a prisão de ex-secretários de sua gestão por casos de corrupção. Ele defendeu que não pode ser responsabilizado por todos os atos dos mais de 70 mil servidores do Estado.

“A respeito de corrupção em nossa gestão: houve o caso da Seduc e nós tomamos providências imediatamente. Houve o caso do Detran, que não foi julgado. Nós temos que respeitar o contraditório e a ampla defesa”, disse. “A questão dos grampos, eu pedi para ser investigado. Eu não passo mão na cabeça de ninguém. Agora, não posso ser responsável pelos atos dos 70 mil servidores do Estado. Não posso ser responsabilizado pelo o que os outros fazem. Eu não temo absolutamente nada porque não fiz nada de errado”, completou.



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