Segunda feira, 27 de maio de 2019 Edição nº 15023 21/07/2018  










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Eles estão em espaços públicos, mas não são vistos

Da Reportagem

A situação de quem vive na rua foi tema de um debate realizado há uma semana, na Defensoria Pública de Mato Grosso, em Cuiabá. Defensora pública que atua na área criminal e integra a Rede de Proteção a Pessoas em Situação de Violência de Cuiabá (RPPSV), Rosana Monteiro, defende a necessidade em dar visibilidade à situação grave e problemática de violação de direitos de pessoas que vivem nessas condições.

“O início do meu envolvimento com o tema foi em 2014 e me engajei, me apaixonei. De lá para cá articulamos a criação da Rede, uma legislação municipal que cria o Comitê multisetorial para debater a situação em Cuiabá, mas ainda precisamos andar muito. Trazer o morador para protagonizar a sua história, tirá-los da invisibilidade e garantir a eles a dignidade humana. Esse é o foco de nosso trabalho”, disse por meio da assessoria de imprensa.

A defensora também entende que a ausência de estatísticas, dados, de um perfil de quem está vivendo na rua é um grave problema, que inviabiliza a estruturação de políticas sociais eficazes. “Uma das teclas que batemos no dia de hoje é quanto ao preenchimento da Ficha, que por lei federal, é de notificação compulsória. Quando uma pessoa em situação de rua chega na rede pública de saúde, com ou sem queixa de ter sofrido violência, o atendente deve ser capaz de perceber se houve agressão, maus tratos, abusos, se a pessoa vive em situação de rua e notificar”, frisou.

O encontro reuniu assistentes sociais, psicólogos, servidores da saúde, defensores e estudantes e abordou os conceitos sobre os vários tipos de violências praticadas contra quem vive na rua e as principais dificuldades que os profissionais, que atuam na ponta, encontram para garantir à essas pessoas saúde e assistência social.

Na oportunidade, foram apresentados dados nacionais que mostram que os três motivos preponderantes que levam as pessoas para as ruas são o álcool e outras drogas (35,5%), seguido do desemprego (29,8%) e desavenças na família (29%).



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