Domingo, 19 de maio de 2019 Edição nº 15023 21/07/2018  










LARGO DO ROSÁRIOAnterior | Índice | Próxima

Revitalização do Rosário não sai do papel

Os imóveis começaram a ser demolidos no ano passado e ainda restam cinco edificações para início das obras de revitalização

DINALTE MIRANDA/DC
A revitalização do Largo do Rosário ainda depende da demolição de cinco imóveis para sair do papel
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem

Idealizado pelo governo do Estado, o projeto de revitalização do Largo do Rosário, localizado no Centro Histórico de Cuiabá, ainda depende da demolição de cinco imóveis para sair do papel. Destes, os proprietários de duas edificações finalizaram acordo com o Estado, mas outros três continuam com os processos em andamento.

“Logo que resolvido essas pendencias a proposta é em apenas uma ordem de serviço executar a demolição dos imóveis restante”, informou a Secretaria de Estado de Cidades (Secid), por meio da assessoria de imprensa. Popularmente chamado de “Ilha da Banana”, o Largo do Rosário compreende uma área de 5.900m2, localizada entre a Igreja do Rosário e São Benedito e o Morro da Luz.

Os imóveis começaram a ser demolidos no ano passado sob responsabilidade da empresa Material Forte Incorporadora, vencedora de pregão eletrônico. Dos 15 imóveis que existiam no local, dez foram demolidos. Entre os que não aceitaram fazer acordo com Governo, está o autônomo Benedito Addôr, que mora há 50 anos no local. O serviço estava orçado em R$ 4,02 milhões.

Em junho do ano passado, o pré-projeto prevendo a revitalização do espaço foi apresentado pelo ex-titular da Secid, deputado estadual Wilson Santos. Na ocasião, a intenção do estado era começar a obra ainda no primeiro semestre deste ano para entrega-la no aniversário de 300 anos da capital, em abril de 2019.

Pela proposta apresentada, o trecho da Avenida Coronel Escolástico (sentido Coxipó/Centro) deverá ser transformado em um calçadão. Com isso, a pista paralela, denominada Rua Bernardo Antônio Oliveira Neto (Centro/Coxipó), será alargada para possibilitar o trânsito em mão dupla e, ao meio, permitir a passagem do veículo leve sobre trilhos (VLT), que também está com obras paradas.

Além de incorporar a Coronel Escolástico ao Largo, numa alusão ao histórico “caminho para Goiás”, uma das sugestões é a construção de um monumento em referência à lenda cuiabana da “alavanca de ouro”, alusiva à fase de áurea do garimpo na região do Largo do Rosário e Prainha. Atualmente, o lugar é um dos principais pontos de concentração de moradores de ruas, a maioria usuária de drogas.

PROJETO - Por meio de nota, a Secid iinformou que o projeto de revitalização do Largo do Rosário já foi aprovado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Porém, a informação não é confirmada pelo órgão federal.

Por meio da assessoria de imprensa, o Iphan informou que o projeto foi apresentado em 2014, mas a proposta foi devolvida pela superintendência do órgão em Mato Grosso para complementação de documentação. "Até o momento, a superintendência do Iphan/MT não recebeu nada mais, portanto, não há projeto aprovado", afiançou.

A superintendência do Iphan frisou ainda que possíveis intervenções no Largo do Rosário deverão levar em consideração os bens tombados isoladamente pelo Iphan em 1975 - a Igreja do Rosário e de São Benedito.



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