Quinta feira, 15 de novembro de 2018 Edição nº 15017 13/07/2018  










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MDB dividido entre Wellington e Mauro

Da Reportagem

O MDB parece ser a noiva da vez, sendo disputado pelo senador Wellington Fagundes (PR) e pelo ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), ambos pré-candidatos ao Governo do Estado no pleito de outubro deste ano.

Por conta desta “disputa”, o partido aparenta estar dividido, tendo em vista que há quem defensa uma aliança com o ex-chefe do Executivo Municipal, como há quem brigue para que a sigla integre o arco de alianças que tem o senador republicano como cabeça de chapa.

Antes de Mauro Mendes se colocar como pré-candidato, o MDB já havia ofertado apoio a Wellington Fagundes. O senador, inclusive, garantiu a indicação de seu vice à legenda.

No último final de semana, entretanto, houve uma reviravolta devido a uma reunião entre o deputado federal Carlos Bezerra, presidente do MDB em Mato Grosso, e o ex-prefeito de Cuiabá.

A deputada estadual Janaína Riva (MDB), admitiu a existência de duas correntes na agremiação, e afirma que o grupo que defende a coligação com Mendes é comandado pelo deputado federal Carlos Bezerra, principal dirigente da sigla em Mato Grosso. “Se dependesse dele, já teria fechado. Ele está muito decidido com essa questão do Mauro”, disse.

Ela explica que, os correligionários que defendem uma aliança com o democrata têm a intenção de “liquidar” o governador Pedro Taques (PSDB) no primeiro turno das eleições.

“Alguns acreditam que tem que se formar um grupo para vencer a eleição no primeiro turno. Outros acham que o partido tinha que se colocar em um grupo de oposição com Wellington. Se for ao segundo turno, buscar novos apoios, se perder, apoiar um candidato de oposição ao governador”, explicou.

Janaina defende que o MDB permaneça no arco de alianças de Fagundes. “Eu mantenho o apoio à candidatura ao Wellington. Não é só minha posição, é dos parlamentares estaduais, do prefeito da Capital. O MDB é a base disso tudo. Plantamos isso lá dentro”, pontuou.

Para ela, o partido só deveria levar em consideração apoiar outro pré-candidato se o senador não conseguisse viabilizar o seu nome para a disputa.

“Já tínhamos falado que a hipótese de não apoiar o Wellington era somente se a candidatura não fosse viabilizada. Agora, a candidatura viabilizada, fica ruim para o partido deixar o apoio”, acrescentou.

A fim de aparar as arestas e tranquilizar Fagundes, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), foi a Brasília na última quarta-feira (11) e garantiu que o MDB permanece no arco de alianças do republicano. (KA)



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· Noiva não. Sempre a puta da vez e sempre  - Maran Cuiabano




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