Sábado, 22 de setembro de 2018 Edição nº 15017 13/07/2018  










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Milho encerra ciclo com embarques recordes em 2018

Da Reportagem

Milho safrinha foi a commodity de maior destaque nos seis primeiros meses desse ano, ao encerrar a safra 2016/17, movimento até o mês passado os últimos volumes da produção recorde, registrada naquele ciclo. O Estado embarcou em junho 600 mil toneladas do cereal, acumulando um total de 20,44 milhões de toneladas enviadas ao exterior durante este último ano-safra, consolidando o maior volume já exportado de milho originado em Mato Grosso.

Os principais destinos do cereal mato-grossense foram o Irã, a Espanha e o Egito, que participaram com 18,38%, 13,18% e 9,56%, respectivamente.

Como destacam os analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), esse novo recorde em relação ao milho, foi “possibilitado graças ao recorde da produção e a realização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), que deram fluidez às vendas nesse período”.

A partir do próximo mês iniciam-se embarques referentes à safra 2017/18, visto que a colheita do cereal já está a todo vapor no Estado.

OFERTA E DEMANDA – O cenário do milho mato-grossense aponta para perspectiva de uma “demanda contínua e firme” pela previsão de estoques mais apertados no final da safra, em 0,10 milhão de tonelada, como destaca o Imea.

Essa projeção, classificada como “demanda firme”, se baseia em dados referentes ao consumo mato-grossense de milho, que estão em plena evolução, desde a safra 2013/14, passando de 3,44 milhões de toneladas para 3,42 milhões t, 3,59 milhões t e 4,54 milhões t (no ano passado).

No que tange à safra 2017/18, a produção (oferta) foi revisada pelos analistas do Imea para 25,99 milhões de toneladas, 2,13% maior que a projeção anterior, mas ainda 14,71% abaixo do que foi colhido no ano passado. Ainda como explicam, o crescimento de 2,13% em relação ao relatório anterior foi motivada pelas condições climáticas que se tornaram mais favoráveis para o desenvolvimento das lavouras. “Apesar desse aumento pontual, essa safra registra menores investimentos tecnológicos e perspectivas de uma área semeada inferior, e por isso a produção final deverá ser maior que a contabilizada no ano passado. Existe recuo na oferta e projeção de aumento da demanda para 2018”.

Além do incremento da demanda interna, o milho deverá ter demandas ampliadas em outros indicadores. “O destaque é a maior necessidade do cereal dentro do Estado, bem como o consumo interestadual com projeção de maior demanda quando comparado ao ano anterior (+9,93%), passando de 4,53 milhões para a atual estimativa de 4,98 milhões t. Por conta do recuo produtivo em outros estados do país, é previsto que o consumo interestadual continue firme para o milho de Mato Grosso”, completam os analistas. (MP)



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