Sexta feira, 16 de novembro de 2018 Edição nº 15015 11/07/2018  










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Servidores do sistema penitenciário paralisam as atividades

Da Reportagem

Os servidores do sistema penitenciário de Mato Grosso paralisam as atividades por 48 horas. O movimento acontece hoje e amanhã, quando só deverão funcionar as atividades consideradas essenciais nas 55 unidades prisionais localizadas no Estado. A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) informou que não foi comunicada oficialmente da suspensão dos trabalhos.

Segundo o presidente interino do Sindicato dos Servidores (Sindspen/MT), Amaury Paixão, a decisão foi tomada por conta da morosidade em que o governo do estado tem tratado as reivindicações da classe, principalmente, na questão do chamamento dos aprovados no último concurso.

Além disso, os servidores querem celeridade nos procedimentos referente ao termo de ajustamento de conduta (TAC), estabelecido em reunião, realizada no dia 28 de junho passado, entre representantes da Sejudh, Procuradoria Geral (PGE) e do Ministério Público (MPE)

No encontro, ficou estabelecido que fosse feito a construção de um TAC, mas sem um prazo para ser concluído. “Nós precisamos trabalhar com prazos, visto que as unidades penais do estado estão sem efetivo e os servidores trabalhando cansados, estressados e necessitando com extrema urgência de novos profissionais para incorporar e somar na realização dos trabalhos”, frisou o sindicalista.

Segundo o Sindspen, a atualização do adicional de insalubridade é algo que também precisa ser resolvido, uma vez que o Estado não teria apresentado a conclusão dos cálculos. Segundo o sindicato, o adicional já era para estar sendo pago aos servidores, conforme promessa do governador Pedro Taques em reunião realizada em dezembro de 2017.

Durante o movimento, os servidores deverão seguir a instrução normativa da categoria e deixam de realizar atividades, como atendimento aos advogados e aos oficiais de Justiça, salvo alvará e mandado de prisão de réu preso, não haverá banho de sol, visita, assistências penais (educacionais, laborativas e religiosas) e atendimento à saúde, exceto urgência e emergência, como hemodiálise. Também ficam suspensas as visitas aos 11 mil presos e as escoltas.



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