Quinta feira, 23 de maio de 2019 Edição nº 15007 29/06/2018  










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AL quer mexer no bolso dos deputados

Trabalho há muitos anos na Assembleia e já ouvi essa ameaça uma dezenas de vezes...vou cortar o ponto dos deputados faltantes. O Riva ameaçou umas 30 vezes e não conseguiu. Está faltando pulso firme do Presidente e da mesa diretora para tomar tal medida...o que vemos hoje já passou dos limites e os deputados faltantes são sempre os mesmos. Até quando?

FREDERICO SAMPAIO, servidor público, Cuiabá/MT

***



Até que enfim quem sabe dessa forma os nobres deputados vão sentir na pele quando desconta do salário de um trabalhador. Por que o salário não é pouco sem falar das mordomias.

CATARINA SILVA, Cuiabá/MT



Estudo aponta retorno com incentivos

Fico curioso, pensando, porque será quando alguém é "desconhecido", no ambiente dos famosos e competentes em suas atividades/ações, é classificado de "João Ninguém"? Por que não Jandir, Pedro, Manoel, José...?! Enquanto não me explicam/convencem, vamos ao comentário. O programa Prodeic, de Mato Grosso, foi instituído a partir de 2004 e está sendo "elogiado" pela Fiemt, na pessoa de seu presidente. Considerando não haver maiores detalhes quanto às metodologias aplicadas - pelo menos a um "leigo" como eu -, dali aproveito o que já pensava há mais de trinta anos: "o incentivo fiscal sequer deveria ser classificado como "renúncia", pois só se renuncia a algo que já se possui". Exatamente! O que merece credibilidade, por coerência, que novas empresas passam a depender de novos empregados que, por sua vez, passam a ter um rendimento que são revertidos, predominantemente, ao consumo, gerando, por consequência, aumento de receitas pela tributação, com as "benesses" para qual são criados os tributos, onde incluem-se o consumo desses produtos isentados e, naturalmente, contribuindo para melhorar os índices de IDH. Quando me referi a "detalhes", foi no buscar entender/saber de onde vieram os números: incentivo de R$ 1,4 bilhão e o retorno de R$ 1,7 bilhão. Retorno para quem? Sob que forma? O incentivo é "isenção e/ou redução" de tributos, no caso, ICMS e, considerando que quem paga esse - e todos os demais - tributos é o consumidor, então, esses produtos "isentados", passaram a ter um preço de venda menor e, em tendo, seria um concorrência desleal aos de mesma atividade e, em não, passa a ser um "lucro extra" exorbitante aos "incentivados", posto que 17,00% de ICMS, por dentro, passa a ser de 20,48(192)%, ou seja, o consumidor paga para o empresário montar/estruturar sua empresa, ou não é assim? Além do mais, toda vez que leio/ouço na mídia, presidentes de associações de classes empresariais "falando bem" de ações governamentais na área tributária, podem apostar, estão levando vantagem e, notem, estou falando de ações a descoberto, mas, como sabemos, temos muitos empresários de diversos segmentos sendo processados judicialmente por terem usados de "jeitinho" para obter tais benefícios ou semelhantes. Ah, claro que não vou ter respostas, afinal chamo-me João.

JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista – Tributólogo, São Paulo/SP

jgaldinomedeiros@hotmail.com



Erudição é fundamental

Concordo, inicialmente, que a erudição é fundamental, levando em conta o espaço ao qual o discurso será proferido. Porém, não sou aliado da idéia de que em ocasiões tais quais as que o artigo menciona a erudição é a chave da sabedoria, uma vez que, na minha opinião, a instância da linguagem que se ressalta é apenas a de um jargão classista que serve antes de tudo para os anais da exposição midiática das estruturas jurídicas do nosso país. Quanto à brevidade metafórica evocada no soneto do boca do inferno, ela está relacionada à vaidade e não propriamente à vida, que pode melhor ser vivida sem esse aspecto humano, mas que é o que se vê a todo instante nas seções da mais alta corte do país, seja nos discursos dos decanos ou nos do ministro-advogado-apadrinhado, demonstrando, assim, o quanto o teatro jurídico é realmente embasado no gênero Farsa, de caráter puramente caricatural, onde os ministros se jactam vaidosamente quando estão em cena. Já o outro autor do nosso barroco, Padre Vieira, ficaria ruborizado ao ouvir tanta erudição sem valor nos embates jurídicos, pois sacramentou que: 'Não basta que as coisas que se dizem sejam grandes, se quem as diz não é grande. Por isso os ditos que alegamos se chamam autoridade, por que o autor é o que lhe dá o crédito e lhe concilia o respeito".

FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT

flaviosouzab@hotmail.com



Taques lembra do passado em MT

Parabens Pedro Taques, foi eleito para fazer mudanças, e não para agradar os podres, todos nós sabemos que esta incomodando por que esta fazendo história, trabalhando para um povo vitimizado pela corrupção e pelos gestores anteriores, um povo que precisa dessa mudança em tudo e que não é facil, para que isso aconteça será preciso muito mais tempo, pois cada setor tem que ser revisto com cuidado.

JANAINA CAVALCANTI, Cuiabá/MT



Prefeito diz que denúncia não abala gestão

Esse prefeito é mesmo cara de pau. Nem ele acredita na estória das pesquisas.

PAULO LEITE NETO, comerciante, Cuiabá/MT

embalagens.lm@gmail.com



Leitão aparece Em Rondonópolis

Taques essas alianças com a velha politica é que te queima. Sozinho votaria em voce, pois é o menos pior. Todavia, com Nilson Leitão, Guilherme Maluf, Wilson Santos e cia não dá!

GISLENE MACEDO, Cuiabá/MT



WF perde fôlego e deve desistir

Quero ver eu votar em investigado pela PF! Não achei meu voto na latrina.

RAIMUNDO SANTOS, Cuiabá/MT

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Continue Welton. Deixe a gente te mostrar o fôlego nas urnas. Se prepare a mamata vai acabar!!!!!

MICHELE APARECIDA RAMOS, Cuiabá/MT



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