Segunda feira, 18 de junho de 2018 Edição nº 14996 14/06/2018  










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Viabilizando

Mauro Mendes (DEM), com o deputado Fábio Garcia a tiracolo, vai começar as negociações para “viabilizar” eventual candidatura ao Palácio Paiaguás. O primeiro encontro é com Otaviano Pivetta (PDT).



Preferência

O segundo encontro será com o deputado Adilton Sachetti (PRB). MM não esconde de ninguém que, em seu projeto, ele quer os dois ao seu lado. De preferência, o primeiro como vice e o segundo como senador.



União

O ex-prefeito de Cuiabá também disse que vai procurar o senador Wellington Fagundes (PR), que ele considera um “amigo de longa data”. O objetivo é unirem forças para derrotar Pedro Taques.



1º turno

Com base em pesquisa encomendada pelo DEM e ante a elevada rejeição do governador, teve gente, na reunião de segunda-feira, que disse que a união de “todos” contra Taques pode resultar numa vitória no 1º turno. Será?



Divergência

Em um ponto, Mauro Mendes e Jaime Campos divergem. MM quer uma forte chapa para senador, com JC disputando uma vaga e outro nome de peso na segunda. Jaime discorda: ele quer um nome fraco na segunda vaga.



Nomes

O nome fraco, no caso, é o atual senador José Medeiros (Podemos). Mauro Mendes pensa em Adilton Sachetti (PSDB), na juíza Selma Arruda (PSL) e no ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) – necessariamente, nesta ordem.



Fim de etapa

Mauro já avisou que não vai atacar Taques. Lembrou que ajudou a elegê-lo, mas que o apoio não é para a vida toda. Hoje, ele discorda de pontos da administração tucana e, por isso, defende mudança. Então, tá!



Dúvida

Já Pedro Taques não promete nada. Nas últimas horas, anda fazendo a seguinte pergunta: como uma empresa que recebe incentivo fiscal do Estado chega a quebrar? Ainda não recebeu uma resposta.



Palanque

Não é por nada não, mas, ontem, em entrevista à Rádio Capital, MM criticou Taques por “demorar demais” para rescindir o contrato das obras do VLT com o consórcio responsável, apesar de indícios de corrupção.



Comparação

Na mesma entrevista, o ex-prefeito afirmou que Mato Grosso, que vive uma situação financeira difícil, estava “bem melhor” na gestão de Silval Barbosa (MDB). Imagine se Mauro tivesse disposição para criticar Taques...



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Inverno e Música

A organização do Festival de Inverno, em Chapada dos Guimarães, anuncia a presença de grandes nomes da música nacional no evento, que será realizado de 29 de junho e 7 de julho. Entre as atrações, estão: no dia 29, a dupla João Bosco & Vinícius; no dia 30, Paula Fernandes, com uma orquestra de viola; no dia 6 de julho, Barão Vermelho; e no dia 7, Jota Quest. Os shows serão gratuitos, na Praça Central de Chapada.



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Exagero

O senador José Medeiros anda exultante com a possibilidade de uma “dobradinha” com Jaime e, com isso, viabilizar sua reeleição. “Tudo que eu preciso é de uma locomotiva como aquela me puxando”, disse.



Letras

Presidente da Academia Mato-grossense de Letras, o advogado Sebastião Carlos Gomes anuncia a sua candidatura ao Senado pela Rede. A legenda já lançou Marina Silva pré-candidata ao Palácio do Planalto.



Inflação

A Rede também tem pré-candidato a governador de MT: Artur Nogueira, ex-chefe da PRF no Estado. Os outros são: Pedro Taques (PSDB), Mauro Mendes (DEM), Wellington Fagundes (PR), Procurador Mauro (PSol) e Reinaldo Moraes (PSC).

Carona de Maggi

Com a decisão do STF de enviar a investigação contra o ministro Blairo Maggi à 1ª instância, outros políticos do 1º escalão de Temer podem ter o mesmo destino. Segundo O Globo, agora há precedente.

Alvos do STF

Os ministros que podem ter o mesmo destino de Maggi são: Moreira Franco (Minas e Energia), Gilberto Kassab (Ciência), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Aloysio Nunes (Iramaraty). Todos são alvos de inquéritos no STF.

Balaio

O PSB está mais propenso a selar uma aliança com Ciro Gomes (PDT) que a ficar “solteiro” na eleição nacional. Em MT, o PSB é aliado de Taques. O PDT é liderado por Zeca Viana, inimigo figadal do governador.

Fartura

Os deputados Romoaldo Jr. (MDB) e Mauro Savi (DEM) terão que devolver R$ 16 milhões por superfaturarem a obra do estacionamento da AL, em 2015. Segundo o TCE, uma única porta custou R$ 33,7 mil. Em tempo: era de alumínio, não de ouro.



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