Quarta feira, 24 de abril de 2019 Edição nº 14982 23/05/2018  










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Caminhoneiros protestam pelo 2º dia consecutivo em MT

Da Reportagem

Pelo segundo dia consecutivo, caminhoneiros bloquearam, ontem, diferentes trechos das rodovias federais que cortam Mato Grosso. Eles aderiram à paralisação nacional contra os sucessivos aumentos de preços no óleo diesel. No Estado, foram registrados 13 pontos de interdições, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na BR-070, as manifestações ocorriam nas regiões de Barra do Garças, Primavera do Leste, Campo Verde e Cuiabá. Na BR-364, havia concentração na capital em Rondonópolis, Diamantino e Sapezal. Já na 163, os protestos ocorriam em Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e em dois diferentes trechos localizados em Sinop. Também houve protesto na BR-174, em Comodoro.

A exemplo do primeiro dia, apenas carros de passeio, ambulância, viaturas e veículos com cargas perecíveis ou vivas tinham autorização para furar os bloqueios. O protesto foi convocado pela Associação Brasileira de Caminhoneiros (ABCam) e pela Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) na última sexta-feira (18), mesmo dia em que a Petrobras elevou os preços do diesel em 0,80% e os da gasolina em 1,34%.

Segundo a ABCam, o diesel representa 42% dos custos do negócio. Citando dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a organização afirma que 43% do preço do diesel na refinaria vem do ICMS, PIS, Cofins e Cide. A associação também propõe medidas de subsídio à aquisição de óleo diesel, que poderia se dar por meio de um sistema ou pela criação de um Fundo de Amparo ao Transportador Autônomo. O movimento nacional deve seguir por tempo indeterminado até que haja acordo entre o governo e os representantes da categoria.

Apesar dos protestos, que atingem a maioria dos estados brasileiros, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse ontem que o governo nunca considerou mudar a política da Petrobras de reajuste de preços dos combustíveis. A afirmação foi dita após reunião com os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e de Minas e Energia, Moreira Franco, em Brasília, no Ministério da Fazenda. Hoje, os reajustes estão relacionados aos preços internacionais e ao câmbio.



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