Quarta feira, 24 de abril de 2019 Edição nº 14978 17/05/2018  










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Impostos e crescimento

Só quem pode tirar os 13,7 milhões de desempregados dessa situação degradante é o setor privado. Porém, hoje, a iniciativa privada e os próprios cidadãos estão sufocados por uma das maiores cargas tributárias do mundo. Empresas que pagam impostos em excesso não têm lucro. Com isso, não crescem e não contratam novos colaboradores. Já os impostos cobrados pelo "bem dos trabalhadores" em nada os beneficiam.

Se um funcionário tem um salário de R$ 2 mil, a empresa acaba pagando R$ 4 mil com os encargos sociais. Qualquer trabalhador preferiria receber diretamente R$ 4 mil e fazer o que quisesse com esse valor, incluindo pagar um plano de saúde decente e um plano de aposentadoria privado, do que ficar com apenas R$ 2 mil no bolso e cedendo outros R$ 2 mil para o governo oferecer os vergonhosos serviços de saúde do SUS e uma aposentadoria cujo valor ofende a dignidade humana.

Os percentuais de impostos precisam, urgentemente, diminuir. Só com menos impostos as empresas poderão progredir, crescer e gerar mais empregos. Só empresas privadas lucrativas podem pagar melhor seus funcionários e ainda pagar mais impostos para o governo, mesmo se o percentual cobrado for mais baixo. Esse fato é realidade nos Estados Unidos, que crescem aceleradamente e gerando mais empregos, graças ao presidente Trump, que baixou, significativamente, os impostos de empresas e cidadãos.

Com isso, as empresas privadas americanas estão voltando a crescer, pois, pagando menor percentual de impostos, sobra mais dinheiro para investimentos, para inovações e para contratar novos funcionários. E, de sobra, a receita do governo está aumentando, apesar de os percentuais cobrados serem menores do que antes! O governo apenas apostou que empresas que crescem retornam aos cofres do governo valores maiores do que quando estão estagnadas. E que, cobrando menos impostos do cidadão comum, ele terá sobras no seu orçamento e vai consumir mais. É o ciclo positivo da economia, o contrário do que temos hoje no Brasil.

Por isso, seria bom que os governos baixem os impostos imediatamente. Mas essa mudança só vai acontecer no exato instante em que tivermos no poder não mais governantes, mas sim estadistas, que pensem no bem do povo muito mais do que pensam no caixa dos seus governos falidos.



Só quem pode tirar os 13,7 milhões de desempregados dessa situação degradante é o setor privado



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