Sábado, 16 de fevereiro de 2019 Edição nº 14972 09/05/2018  










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51ª fase aponta pagamento de R$ 200 milhões em propina

GÉSSICA BRANDINO
FolhaPress – São Paulo

A Polícia Federal deflagrou ontem a 51ª fase da Operação Lava Jato, denominada Operação Dejà Vu, que apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em contrato de US$ 825 milhões (mais de R$ 2,7 bilhões) firmado em 2010 entre a área internacional da Petrobras e a Odebrecht para prestação de serviços de segurança, meio ambiente e saúde em nove países, além do Brasil.

De acordo com a Procuradoria, o repasse de propina ocorreu de 2010 até pelo menos 2012, superando US$ 56,5 milhões (aproximadamente R$ 200 milhões). Os pagamentos indevidos foram feitos pelo chamado setor de operações estruturadas da Odebrecht por meio de pagamentos em espécie e contas no exterior em nome de empresas offshores com sede em paraísos fiscais.

Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Entre os alvos estão três ex-funcionários da Petrobras e três operadores financeiros, um deles suposto intermediário de pagamentos a políticos do MDB. Os presos foram conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Segundo a investigação, ex-funcionários da Petrobras indicam que há provas de repasses de cerca de US$ 25 milhões (mais de R$ 85,6 milhões). Os valores foram transferidos de forma gradativa para diferentes contas no exterior, dificultando o rastreamento dos repasses.

Provas obtidas durante a investigação também indicam que cerca de US$ 31 milhões (mais de R$ 102,5 milhões) foram destinados a intermediários de políticos do MDB, por meio de pagamentos no exterior, depois repassados em espécie e no Brasil.



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