Segunda feira, 21 de maio de 2018 Edição nº 14962 21/04/2018  










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Sem herdeiros

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, os ministros que abriram mão das eleições para continuarem no Governo Temer decidiram transferir seus espólios eleitorais para familiares ou aliados. A exceção é Blairo Maggi (PP).

Fim de uma era

Com efeito, BM decidiu que não disputará a reeleição ao Senado e afirmou que não transferirá seu espólio eleitoral para outro político. Disse que fica fora das articulações eleitorais porque seu ciclo político terminou.

Aviso

“Minha intenção é ficar fora da eleição e das articulações. Inclusive, avisei aos pré-candidatos que não fiquem esperando meu apoio”, disse Maggi, que liderava todas as pesquisas, para Senado ou Governo, em Mato Grosso.

Na boca

Pré-candidato ao Paiaguás, o senador Wellington Fagundes (PR), conforme a coluna informou, tem se insinuado para Maggi, com fartos elogios, na tentativa de herdar o prestígio eleitoral do ministro.

Efeito Silval

O promotor Clóvis de Almeida Júnior, do MPE, reiterou ao ministro Luiz Fux, do STF, pedido para ter acesso oficial à delação do ex-governador Silval Barbosa – aquela que encrenca meio mundo com um esquema milionário de propina.

Alvo

Embora os documentos sejam públicos, Almeida precisa do compartilhamento oficial do STF para abrir inquéritos. Ele teria interesse especial na denúncia de pagamento de propina a conselheiros do TCE-MT.

Quinteto

Na “delação monstruosa”, Silval disse ter acertado um esquema de R$ 53 milhões em propina a Antonio Joaquim, Sérgio Ricardo, Valdir Teis, José Carlos Novelli e Valter Albano, para eles não “atrapalharem” obras rodoviárias e da Copa do Mundo de 2014.

Comilança

Jaime Campos (DEM), Carlos Fávaro (PSD) e Otaviano Pivetta (PDT) almoçaram numa churrascaria, em VG, na quinta-feira. JC já antecipou que, até as convenções, conversará (e almoçará, se for o caso) com todos os líderes partidários.

Fosfato

A propósito, o comentário nas rodas políticas é o seguinte: enquanto Jaime articula, almoça e janta com líderes, discutindo a eleição, o ex-prefeito Mauro Mendes “pensa” se sai ou não candidato ao Governo.

Proposta

Líder do Governo na AL, Wilson Santos insiste na proposta a Mauro Mendes: o ex-prefeito sai a vice de Taques, que renunciaria em 2020, possibilitando ao democrata a titularidade do cargo e a candidatura à reeleição em 2022. Simples, né?

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Fé & Política

Em um documento sobre as eleições, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil orienta os católicos a votarem apenas em candidatos ficha-limpa e rejeitem os que só pensam em obter foro privilegiado. Candidatos que “se rendem a uma economia que coloca o lucro acima de tudo” ou que “propõem e defendem reformas que atentam contra a vida dos pobres e sua dignidade” também não merecem o voto dos cristãos, defende a CNBB. Com informações do jornal Valor Econômico.

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Racha

Ex-presidente regional da legenda e ex-líder do Governo na AL, Dilmar Dal’Bosco se sente abandonado dentro do DEM. Ele se diz rejeitado pelos neodemocratas e já sinaliza que pode cair nos braços do senador Wellington Fagundes.

Na poeira

Ao jornal A Gazeta, Selma Arruda negou que tenha um avião à disposição para a campanha ao Senado. A juíza aposentada disse que vai “correr o trecho” de carro. De início, na pré-campanha, planeja andar cerca de 400 km.

Salgadeira

O Governo marcou para este domingo (22) a reabertura do Complexo Turístico da Salgadeira, no km 40 da MT-251 (Estrada de Chapada). A reforma custou R$ 12,6 milhões e durou oito anos. Segundo as más línguas, nem a construção das pirâmides do Egito demorou tanto...



Senador

No dia 2 de maio, Rodrigues Palma (PTB) será o mais novo senador de Mato Grosso. Palma assume, por 120 dias, a vaga de Cidinho Santos (PR), que está no cargo no lugar de Blairo Maggi, atual ministro da Agricultura.



Rumo 1

A Rumo, empresa que faz o transporte ferroviário em Mato Grosso, está fazendo grandes investimentos no Estado, em especial para o terminal em Rondonópolis.



Rumo 2

São R$ 200 milhões, em um projeto para escoar fertilizantes entre o Porto de Santos (PR) e Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), além do transporte ferroviário de contêineres empilhados.



Rumo 3

Outro investimento é o da subida do farelo para Rondonópolis, orçado em R$ 100 milhões. Hoje, por limitação de capacidade, a Rumo transfere esse produto de Rondonópolis para Alto Araguaia (a 210 km).



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