Quinta feira, 21 de fevereiro de 2019 Edição nº 14945 28/03/2018  










ANTÔNIO PADILHA DE CARVALHOAnterior | Índice | Próxima

Aborto é assassinato!

Hoje a sociedade comenta, apavorada, os sequestros, os assassinatos, os estupros, os furtos, as drogas, mas se cala diante do frio e cruel assassinato de inocente: o aborto.

Enquanto algumas mulheres matam, outras lutam pelos seus filhos.

Sexo não é parque de diversões. A mocidade está confundindo inquietação sexual com amor, vindo, daí, a raiz dos descasamentos fáceis.

Palavras inevitáveis das mulheres que abortam: “...foi um susto que levei e por isso abortei”, mas muitas vezes o obstetra encontra fragmentos de madeira, talo de mamoneira, dilatando o colo do útero, ocasionalmente útero perfurado por algum instrumento usado às ocultas. Casos constrangedores, mas levados à conta da ignorância. Nota-se, entretanto, que esses abortos provocados apresentam aspecto mais grave que os espontâneos, acontecendo, às vezes o chamado “útero de Couvelaire”, cujo sangramento incontrolável leva à morte e, para evitá-la, somente com a retirada do útero.

A mulher que era atavicamente reprimida viu-se liberada, mas saiu de um extremo e caiu no outro; confundiu liberdade com libertinagem. A liberalidade do ponto de vista espiritual, é a decadência da mulher.

Os quadros de obsessões, de desentendimentos entre casais, têm origem no desejo de “gozar a vida” e levar vantagem sem importar-se com os demais, num egoísmo atroz.

Quem atrapalha a evolução de uma criança é muito culpado e indigno de alcançar a felicidade.

Em vários países o aborto cresce, até mesmo protegido por lei; todavia, ninguém se detém para pensar que esses crimes são praticados contra milhares de inocentes e indefesos seres.

No aborto, a vítima não tem voz para suplicar: “deixe-me viver, não me mate”, nem braços fortes para se defender.

Crianças estão sendo esquartejadas friamente, sem piedade, por mentes gananciosas e sem Deus. Quase ninguém se importa; poucas campanhas se levantam em prol da vida desses pequeninos, vida esta tão importante como cada um de nós.

Quem interrompe uma gravidez está rasgando a passagem de alguém para a escola da evolução.

Não esqueçamos que o feto só está alojado no útero porque obedeceu a um planejamento Divino. Por que o homem não respeita semelhante obra?

Muitas mulheres se julgam donas do seu corpo e com orgulho levantam bandeiras, dizendo: “eu me pertenço, faço do meu corpo o que desejo, do meu ventre disponho como quero”. E assim vão matando sonhos, esperanças e causando dores.

Será que não nos conscientizamos ainda de que desde a concepção já há vida no ovo, e de que a mulher é terra fértil, destinada a alimentar a semente divina? Mas muitas fogem dessa responsabilidade, desejando apenas ser fêmeas; mães, jamais. E matam cruelmente, de várias e estranhas maneiras.

O que é o corpo da mulher? Um santuário, onde órgãos férteis mantém com vida um embrião. Nenhum cientista é capaz de criar um corpo de mulher, e muitas não se respeitam, fazendo de si um objeto de desejo e de consumo.

Até quando os defensores dos direitos humanos irão ignorar esses bárbaros crimes que são praticados diante de uma sociedade estática?

Que a mulher se libere, mas respeite os seus sentimentos de mãe e lute pela vida dos seus filhos.

A mulher que aborta é uma fracassada; ela não tem coragem de compartilhar sua vida com outra vida, que dela tanto necessita.

Nada é mais triste do que a revolta de um espírito no momento do seu assassinato, o aborto.

Quantos milhões de almas indefesas neste exato momento sussurram em pungente apelo: “Mãe, deixe-me viver, não me mate!”

Como é possível entender que uma mulher seja capaz de assassinar o próprio filho?

Ninguém pode imaginar o trabalho da espiritualidade nas colônias que funcionam como verdadeiras clínicas de recuperação. E tudo isso porque o homem e a mulher julgam-se no direito de matar.

Existem criaturas boas e mulheres divinas. Existem criaturas maravilhosas, que tudo fazem pelos outros. Poucos são os maus.

Existem casais que se unem para matar o próprio filho.

Ninguém pode imaginar o horror e o suplício de um aborto.



* ANTÔNIO PADILHA DE CARVALHO, é terapeuta homeopata, expositor e palestrante espírita

apadilha35@gmail.com

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Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto

· Se cerrarmos os nossos olhos, veremos pe  - Doutora Kelly (Espírito)
· No aborto delituoso, os pais inconscient  - Meire Augusta da Conceição
· Arrancar uma criança ao materno seio é i  - Gonçalo Batista Almirante
· Abortar é sacrificar um ser indefeso! Ex  - Solange Anderson Silva
· "A Doutrina Espírita preceitua que   - Leomar Dutra de Souza




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