Sábado, 17 de agosto de 2019 Edição nº 14945 28/03/2018  










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Dante se diz livre de piadas

FÁBIO ALEIXO
Da Folhapress – Moscou

De todos os jogadores que estiveram em campo na derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1 na Copa do Mundo de 2014 talvez ninguém tenha tido de lidar com mais piadas e tenha ficado tão marcado entre os alemães quanto Dante.

À época zagueiro do Bayern de Munique, foi alvo de brincadeiras sobre o placar no clube, principalmente por parte de Thomas Müller, e também nas ruas. Situação que prosseguiu ainda em 2015 e 2016, quando defendeu o Wolfsburg.

"Eu jogava lá com todo mundo que estava na seleção, e as pessoas, e até mesmo o país se aproveitaram disso. Mas faz parte do trabalho. Eu quis ser grande, chegar no topo. Tem que aguentar pressão deste porte. Depois deste momento difícil consegui me reerguer e seguir em alto nível. Tenho 34 anos e estou bem, obrigado", disse o zagueiro à reportagem.

Quatro anos após o vexame no Mineirão, Dante defende o Nice, clube no qual desembarcou no início da temporada 2016-17. É o capitão do time francês e um dos líderes dentro de campo ao lado do atacante Mario Balotelli. Neste ano, disputou com a equipe a primeira fase da Liga dos Campeões e os 16 avos de final da Liga Europa, fase na qual acabou eliminado pelo Lokomotiv Moscou.

"Eu me sinto bem jogando na França. Foi um desafio que coloquei na carreira, pois já tinha muitos anos na Alemanha [atuou lá entre 2009 e 2016] e queria algo diferente. Estou vivendo um bom momento, e estou muito feliz. Trabalho sério e de forma intensa a cada dia para poder ajudar o time", disse.

A escolha pelo Nice após tantos anos na Alemanha Dante diz não ter relação com as consequências do 7 a 1.

"Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mesmo porque depois da Copa fiquei no Bayern, ganhei outros títulos, e fui bem no Wolfsburg. É que sou aberto a tudo e adoro desafios", afirmou.

Apesar de viver boa fase no Nice e estar jogando as principais competições do planeta, Dante nunca mais voltou a ter uma chance pela seleção após o Mundial. Desde lá, passaram pelo comando do time nacional Dunga e Tite.

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