Domingo, 16 de junho de 2019 Edição nº 14936 15/03/2018  










ALGODÃO 2017/18Anterior | Índice | Próxima

Estados produtores mantém boas expectativas

Da Reportagem

Há poucos dias a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) divulgou a estimativa da área de algodão no Estado, com a semeadura praticamente encerrada nesta safra de 2017/18. A área é estimada em 783 mil hectares, um aumento de 25% em relação à safra 2016/17, quando foram cultivados 626 ha. O estabelecimento da cultura foi um pouco adiado em algumas regiões em razão do atraso na colheita da soja e o excesso de chuvas no plantio do algodão, mas as expectativas são boas.

Assim como em Mato Grosso, a semeadura do algodão na Bahia está encerrada e também teve aumento de área. Conforme Lidervan Moraes, diretor executivo da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o estado semeou em torno de 265 mil hectares, 32,5% a mais em relação à safra 2016/17. E com a expectativa de uma boa safra de soja (é esperada a melhor dos últimos sete anos, segundo os produtores) e com o excelente desenvolvimento da cultura do algodão, há indicação de aumento de área de plantio de algodão para a próxima safra (2018/19), ultrapassando a marca de 300 mil hectares.

De acordo com Luis Faeda, supervisor técnico de Algodão da Tropical Melhoramento & Genética (TMG), as chuvas no início da semeadura atrapalharam um pouco, mas não foram graves o suficiente para comprometer a safra. “O que não pode ocorrer é um abril/maio secos. Até agora a chuva tem ajudado”, informa.

Com relação ao ataque de doenças e pragas, o supervisor destaca que a safra tem tudo para ser tranquila. “A ramulária vem se comportando dentro do esperado, com o manejo preventivo sendo feito à base de fungicidas”, explica. O cotonicultor, porém, deve ficar mais atento à presença de tripés, pulgão e mosca branca, pragas que têm preocupado mais. O pulgão é vetor de duas viroses, ‘Vermelhão’ e ‘Azulão’. Já em relação ao tripes, as maiores infestações têm ocorrido entre 10 e 20 dias iniciais da cultura, impondo agravos na parte foliar.

A mosca branca, velha conhecida do cotonicultor, não tem apresentado um ataque tão severo até agora, como em anos anteriores. Nas áreas onde o desenvolvimento da cultura já está mais avançado, pontua o supervisor técnico, percebe-se que o ano será de combate árduo ao bicudo do algodoeiro, que já está presente em muitas áreas. “O produtor não pode descuidar do manejo preventivo dessa praga”, ressalta ele.

A colheita do algodão nessa safra, na Bahia, está prevista para iniciar no final de maio ou começo de junho. Em Mato Grosso, inicia-se a partir do dia 20 de junho, aproximadamente, podendo se estender bastante em algumas regiões que tiveram atraso no plantio. (MP)



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