Quarta feira, 16 de outubro de 2019 Edição nº 14920 21/02/2018  










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5 mil agentes serão formados em técnico de enfermagem

Da Reportagem

Aproximadamente cinco mil agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) vão receber qualificação para atuar como técnico em enfermagem, em Mato Grosso. A medida faz parte da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), do Ministério da Saúde (MS), que prevê investimento da ordem de R$ 1,25 bilhão na formação dos agentes.

No Estado, 4.984 ACS e ACE participarão do curso totalmente gratuito, livres de taxas, mensalidades ou quaisquer contribuições relativas à prestação do serviço, conforme o Ministério da Saúde. Um dos objetivos com a formação desses profissionais é ampliar o acompanhamento da saúde da população no atendimento que é feito nos domicílios e nas comunidades, reduzindo doenças. A atenção básica é a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS).

A expectativa é de que a partir de março, os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias já possam dar início ao curso, que terá o prazo de dois anos (1.800 horas/aula) para concluir a formação. Conforme o Ministério da Saúde, em todo o país, serão mais de 250 mil vagas de qualificação.

O curso será ofertado por instituições de ensino públicas e privadas do estado, habilitadas pelo Ministério da Educação (MEC) e habilitadas no Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde (PROFAGS). Para participar do programa, as instituições precisam se credenciar para indicar a quantidade de vagas possíveis de serem atendidas, por município de abrangência e por semestre.

Após isso, as entidades encaminharão para avaliação do MS documentos que comprovem habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista, além de qualificação técnica e econômico-financeira. O edital, para as entidades interessadas em participar do programa, está disponível no site do MS(www.saude.gov.br).

A ideia é que a medida permita uma ampliação do acesso à atenção básica, levando um atendimento de qualidade e com alta resolutividade à população brasileira, evitando custos desnecessários e assistência mais complexa.

Após esta qualificação, os profissionais poderão fortalecer as ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças, passando a fazer curativos em domicílio, medir a pressão e a glicemia, entre outras atribuições que levarão atendimento primário à casa do paciente.

Eles, também, poderão ajudar no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor dos vírus da zika, dengue e chikungunya. Atualmente, segundo estimativa do Ministério, até 30% dos agentes que atuam no SUS já possuem a formação em técnico em enfermagem.



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