Terça feira, 15 de outubro de 2019 Edição nº 14916 15/02/2018  










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Valentim admite que será o 'maior desafio'

BERNARDO GENTILE e VINICIUS CASTRO
Da Uol/Folhapress – Rio

Apresentado ontem, o técnico Alberto Valentim falou sobre os desafios de comandar o Botafogo nesta temporada. Ciente da responsabilidade, o novo comandante revelou ter aceito prontamente a oportunidade.

"Quando eu soube do interesse do Botafogo, sabia que decidiríamos o futuro em poucas horas. Não teria problema em acertar esse contrato [até dezembro de 2019]. O Botafogo é um clube de uma tradição enorme. Sei da tradição do clube e da torcida apaixonada que tem. Passa a ser o meu maior desafio", disse ele.

Antes de seu primeiro pronunciamento, o técnico ouviu de Nelson Mufarrej, presidente do clube, que Cuca era o desejo de todos os torcedores. Mufarrej disse que o novo contratado chega com o aval do próprio treinador, de Alexandre Mattos [diretor do Palmeiras] e Ricardo Rocha [diretor do São Paulo].

"Eu já agradeci aos que citaram o meu nome, entre eles, o Cuca. É um amigo, fizemos uma parceria maravilhosa. Em se tratando de um cara vencedor, fico muito grato", falou Valentim.

O técnico evitou dar detalhes de como mandará o seu Botafogo a campo, mas adiantou que não abrirá mão da organização ofensiva e defensiva de sua equipe. Ele admitiu que precisa conhecer mais a fundo o grupo que tem em mãos.

"Trabalhar comigo é muito fácil, sou um cara muito sério, sou exigente, vocês vão perceber isso. Mas sou muito parceiro também, sei quando o clube precisa de uma boa conversa", acrescentou ele.

RIVALIDADE

Um gol, uma comemoração alfinetando o rival e a paz entre Flamengo e Botafogo mais uma vez adiada. O veto do Botafogo sobre a decisão da Taça Guanabara no estádio Nilton Santos (Engenhão) foi só o começo do novo capítulo da guerra que os clubes travam nos bastidores. Após uma tentativa recente de aproximação, as reclamações de Vinicius Júnior azedou a relação entre as diretorias e encerrou qualquer tentativa de entendimento. O jogo foi para Cariacica, no Espírito Santo.

Até a semifinal vencida pelo Flamengo por 3 a 1, os clubes dialogavam sobre um pacote de jogos do Flamengo no Engenhão. A ideia do Botafogo era compensar o prejuízo com a eliminação para a Aparecidense na Copa do Brasil. O time previa chegar nas oitavas de final e embolsar pelo menos R$ 8 milhões.

O objetivo caiu por terra. Abrir as portas do estádio para os rivais -também o Fluminense- apareceu como um caminho interessante. A ideia do Flamengo era realizar as partidas de baixo e médio apelo na Ilha do Urubu. O Nilton Santos seria a alternativa para jogos acima dos 30 mil pagantes, assim como o Maracanã ficaria para compromissos ainda maiores.



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