Domingo, 17 de novembro de 2019 Edição nº 14916 15/02/2018  










INFLAÇÃO DA CONSTRUÇÃOAnterior | Índice | Próxima

Indicador mato-grossense fecha abaixo da média nacional

MARIANNA PERES
Da Editoria

Mato Grosso fechou 2017 com a menor variação inflacionária sobre o segmento da construção civil, na comparação com as médias regional e nacional. De janeiro a dezembro do ano passado se acumulou alta de 3,22% no Estado ante 4,37% no Centro-Oeste e de 3,82% no Brasil.

A inflação sobre o segmento é medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE. No ano passado, o metro quadrado construído em Mato Grosso fechou em R$ 1.079,16, sendo o segundo maior valor do Centro-Oeste e o sexto maior do país. O mais caro ficou com Santa Catarina, R$ 1.201,45, seguido pelo Rio de Janeiro, R$ 1.193,36.

Colaborou para o Sinapi estadual o desempenho de dezembro, quando a inflação do segmento foi negativa (-0,01%).

No Centro-Oeste o ano fechou com os seguintes indicadores, Mato Grosso do Sul R$ 1.060,03 e inflação acumulada de 4,23%. Goiás registrou preço de R$ 1.069,48 sobre o metro quadrado construído e inflação de 5,15%, a maior da região em 2017. O Distrito Federal manteve o maior valor do metro quadrado da região, R$ 1.123,01 e inflação de 4,83%.

Conforme o IBGE, o indicador acumulado no ano foi de 3,82% no país, abaixo dos 6,64% registrados em 2016. Em dezembro de 2016, o índice foi 0,49%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em novembro ficou em R$ 1.064,76, passou para R$ 1.066,68, sendo R$ 544,97 relativos aos materiais e R$ 521,71 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,14%, caindo 0,53 p.p. em relação ao mês anterior (0,67%). Já em relação a 2016, a taxa subiu 0,13 p.p. Por outro lado, a parcela da mão de obra apresentou variação de 0,22%, ficando próximo do índice de novembro (0,28%). A taxa dessa parcela (0,22%) ficou abaixo da registrada em dezembro de 2016 (1,02%), quando foram firmados quatro acordos coletivos. Nos resultados acumulados de 2017, os materiais tiveram variação de 2,61%, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 5,17%. Em 2016, a parcela dos materiais fechou em 2,92% e a mão de obra, em 10,89%.

REGIONAL - Com alta na parcela dos materiais em seis estados e com variação captada na mão de obra no Rio Grande do Norte, a região Nordeste apresentou a maior variação regional em dezembro (0,32%). A região registrou também a maior alta do ano, de 4,56%. Já a menor taxa ficou com a região Norte (-0,05%), que apresentou índices negativos em Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins. Nas demais regiões os resultados foram: 0,16% (Sudeste), 0,13% (Sul) e 0,11% (Centro-Oeste). Quanto aos custos da construção, os valores, em dezembro, por metro quadrado foram: R$ 1.065,63 (Norte), R$ 991,97 (Nordeste), R$ 1.111,87 (Sudeste), R$ 1.105,39 (Sul) e R$ 1.083,05 (Centro-Oeste).

Apesar da convenção coletiva ainda não ter sido firmada, foi captado aumento significativo na parcela da mão de obra no Rio Grande do Norte, registrando assim a maior taxa mensal, 2,38%, aumentando o custo médio por metro quadrado para R$ 963,98.



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