Domingo, 18 de agosto de 2019 Edição nº 14913 08/02/2018  










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Fábio Garcia confirma filiação no DEM

Da Reportagem

Em nota encaminhada à imprensa, o deputado federal Fábio Garcia confirmou sua filiação ao DEM. O parlamentar recebeu aval da direção nacional do PSB no segundo semestre do ano passado, após votar favoravelmente a reforma trabalhista formulada pela equipe do presidente da República Michel Temer (PMDB).

“O deputado federal Fabio Garcia informa que devido ao início do ano legislativo fez-se necessário antecipar a sua filiação ao Democrata (DEM) para que assim pudesse ter o necessário respaldo partidário para seguir atuando na Câmara dos Deputados na defesa dos interesses maiores de Mato Grosso”, diz um dos trechos.

Garcia comemorou a adesão ao DEM e prometeu atuar em conjunto com a bancada do partido para que boas propostas sejam apresentadas no Congresso Nacional.

“Quero agradecer a todos os meus companheiros do PSB de Mato Grosso pelo carinho e pelo apoio de sempre. Juntos, lutamos o bom combate. Agradeço também aos companheiros do DEM pela calorosa acolhida e já me coloco à disposição de todos para unirmos forças na construção de um Mato Grosso melhor para todos”.

Ao longo dos próximos meses o partido Democrata fará em Mato Grosso um ato de filiação dos novos membros, com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do ministro da Educação, Mendonça Filho, do presidente nacional do DEM, Agripino Maia, e tantas outras lideranças políticas locais e nacionais.

É aguardada a filiação do deputado federal Adilton Sachetti e do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho. Ambos deixarão o PSB. O deputado estadual Adriano Silva é outro nome cotado a deixar o PSB e migrar para o DEM.

Pela legislação eleitoral, a mudança de partido será autorizada no mês de março, quando será aberto o período de janela para mudança partidária daqueles que irão encerrar seus respectivos mandatos no final deste ano. Ou seja, a mudança de partido será válida somente aos deputados estaduais e federais.

Por entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), aqueles que ocupam cargos majoritários não estão submetidos a regra da fidelidade partidária, que leva a cassação do mandato pela mudança de partido desde que não fique devidamente comprovação a expulsão ou justa causa.

Isso favorece somente prefeitos, governadores, senadores e o presidente da República. (RC)



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