Quarta feira, 24 de abril de 2019 Edição nº 14913 08/02/2018  










FERRUGEM DA SOJA Anterior | Índice | Próxima

Registros aumentam 28% no Estado

Da Reportagem

Janeiro encerrou com 32 casos confirmados de ferrugem asiática nas lavouras de soja de Mato Grosso. O total de casos é 28% superior aos contabilizado em igual momento do ano passado, quando o mês fechou com 25 registros. E a tendência é de aumento nos focos da doença na medida em que clima se mantém úmido (chuvoso) e com altas temperaturas. Fevereiro que mal começou já tem seu primeiro caso registrado no Estado, conforme monitoramento realizado pelo Mapa da Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem.

Desde o primeiro registro, em dezembro do ano passado até ontem, Mato Grosso acumula 36 casos em lavouras de soja dessa safra, a 2017/18, sendo esses registros todos em plantas de áreas comerciais. Dos 36, 32 deles se confirmaram somente em janeiro.

Conforme dados do Mapa da Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem, Mato Grosso é o quarto estados com maior incidência, sendo a liderança do Paraná, com 108 casos, seguido pelo Rio Grande do Sul, 45, Goiás com outros 41 e Mato Grosso com 36. Em todo o país são 297 registros da ferrugem.

Em Mato Grosso, Tangará da Serra lidera os volume de casos confirmados com nove focos, seguido por Campo Verde com cinco e Campo Novo do Parecis com quatro.

Ainda na primeira quinzena de janeiro, o saldo da doença no Estado era de 18 casos de ferrugem asiática, representando 53% do total contabilizado em toda a safra passada, que conforme o Mapa da Dispersão da doença, do Consórcio Antiferrugem, totalizaram 34 registros em áreas comerciais no ciclo 2016/17 em todo o Estado.

Além do clima, que deve se manter chuvoso e quente no decorrer desse mês, outro fator acende a luz vermelha de alerta para a doença: a intensificação da colheita a partir de agora que deve proliferar os fungos. Mesmo lavouras em que não foram vistos danos causados pela ferrugem, é possível haver esporos que são levados para outras áreas por meio do vento, ação que atinge em cheio as lavouras de ciclo mais tardio que vão ficar mais tempo exposta ao clima e à doença.

O diretor técnico da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja) alerta os produtores rurais para que façam o manejo preventivo e as aplicações conforme recomendação técnica. “É preciso ainda ter cuidado na hora da colheita para não disseminar o fungo da ferrugem asiática para outras partes da lavoura”, reforça Wanderlei Dias Guerra. (MP)



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