Domingo, 08 de dezembro de 2019 Edição nº 14907 31/01/2018  










CAÇANDO O MOSQUITOAnterior | Índice | Próxima

Doze mil imóveis serão vistoriados

Da Reportagem

Mais de 12 mil imóveis serão vistoriados para o levantamento do índice rápido do Aedes aegypti (LIRAa), em Cuiabá. As inspeções feitas pela Vigilância em Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vão até 02 de fevereiro próximo com o objetivo de indicar os bairros com maiores índices de infestação predial (IIP) e os principais locais em que as larvas do mosquito estão alojadas.

Na capital, o último LIRAa foi realizado nos meses de outubro e novembro do ano passado. À época, a amostragem indicou que entre os bairros com maiores índices de infestação estavam o Três Barras, Residencial Paraná, Nova Canaã I, II e III etapas, Colina Verde, Jardim Umuruama, Altos da Glória e 1º de Março, onde o percentual é de 10,3%. O número é considerado de alto risco, uma vez que o ideal indicado pelo Ministério da Saúde (MS) é de 1%.

Ainda, conforme o levantamento, nos bairros citados mais de 80% dos criadouros encontravam-se em depósitos ao nível do solo, como caixas d'água, tambores, fontes ou qualquer outro depósito ao nível do solo que pode acumular água.

Nas demais comunidades vistoriadas, o percentual ficou em torno de 60%, e outros 40% dos casos mostram que os possíveis criadouros do mosquito ainda são encontrados em lixos e outros resíduos sólidos, a exemplo das tampinhas de garrafa, latas velhas, casca de ovo, saco plástico, vasilhas e calhas.

Conforme a coordenadora de Vigilância em Zoonoses, Alessandra Carvalho, esses dados são fundamentais para que o órgão possa delinear e intensificar as ações de enfrentamento ao Aedes aegypti, visando o máximo de eliminação de criadouros. Por isso, é importante que a população esteja em alerta e pronta para receber os agendes de combate a endemias (ACE).

“Com o monitoramento passamos a ter pleno conhecimento dos locais infestados e ainda temos acesso ao que tem sido usado como criadouros pelo mosquito. E diante disso conseguimos pensar quais ações serão mais eficazes para cada região. É importante que a população receba nossos agentes para que possamos dar sequência ao trabalho de enfrentamento e eliminação do Aedes, que é transmissor da dengue, zika vírus e das febres amarelas e chikungunya”, alertou.

Carvalho destaca ainda que para a segurança da população, os agentes estarão devidamente uniformizados e identificados e são os mesmos que já prestam os serviços à comunidade de cada região. (JD)



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