Domingo, 19 de maio de 2019 Edição nº 14907 31/01/2018  










MICROS E PEQUENASAnterior | Índice | Próxima

Saldo de Mato Grosso foi o 7º do país em 2017

Da Reportagem

Quarto gerador de empregos com carteira assinada em 2017, Mato Grosso se destaca também na oferta de vagas dentro do universo das Micro e Pequenas Empresas (MPE) ao contabilizar saldo de 16.765 postos nesse segmento da economia nacional. Em todo o país foram 329.630 vagas, puxadas pelo desempenho de São Paulo com 77.508, seguidas pela Bahia com 44.555 e por Goiás com outras 31.168.

Em relação ao Centro-Oeste, Mato Grosso acumula o segundo melhor saldo de 2017, justamente atrás de Goiás, mas a frente do Distrito Federal, 4.980, e de Mato Grosso do Sul, 4.522. Os dados fazem parte do levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Apesar do saldo anual positivo, Mato Grosso registrou um dezembro de grandes demissões dentro da MPE´s. De mais de 9.787 cortes, 7.131 foram registrados nas MPE´s e outras 2.654 de desligamentos entre as Médias e Grandes Empresas (MGP). Em dezembro de 2016, por exemplo, o resultado do mês foi de 4.319 demissões dentro das MPE´s e das MGE´s.

Do saldo negativo apurado em dezembro, no Estado, o pior desempenho por segmento econômico foi o da Construção Civil com 2.099 demissões. Já o único positivo foi registrado pelas MGE no segmento do comércio com a criação de 241 novas vagas.

São consideradas microempresas àquelas que empregam até 19 pessoas. As pequenas empregam de 22 a 99 pessoas. As médias de 100 a 499 e as grandes são aquelas com mais de 500 pessoas.

BRASIL - Depois de dois anos com saldos negativos, os pequenos negócios voltam a reagir com saldo positivo na geração de empregos em 2017. Os pequenos negócios acumularam um saldo de aproximadamente 330 mil novos empregos, nos últimos 12 meses, na contramão das médias e grandes empresas, que foram responsáveis pela extinção líquida de 350 mil postos de trabalho neste mesmo período. “Os números mostram que há uma sinalização real em reverter de vez os saldos negativos de 2015 e 2016. Isso demonstra a força e importância das micro e pequenas empresas na geração de empregos do país”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. (MP)



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