Domingo, 18 de fevereiro de 2018 Edição nº 14901 23/01/2018  










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Dilmar continuará líder do Governo

RAFAEL COSTA
Da Reportagem

O secretário chefe da Casa Civil, Max Russi (PSB), acredita na permanência do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM) como líder do governo na Assembleia Legislativa. “Dilmar não vai deixar a liderança, estamos bastante tranquilos em relação a isso”, disse.

A declaração foi dada após inauguração na manhã de ontem da unidade do Ganha Tempo do CPA I, em Cuiabá.

Nas últimas semanas, o parlamentar declarou publicamente que estava de saída da função para se dedicar as atividades de campanha eleitoral, até porque mantém base eleitoral em Sinop, o que levaria a necessidade de deslocar-se por longo período aos municípios do Norte de Mato Grosso.

Ao mesmo tempo, Dal Bosco integrou a relação de 16 deputados que assinou o requerimento de instauração da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que vai investigar a suspeita de desvio de finalidade dos recursos do FETHAB (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) e FUNDEB (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) pelo governador Pedro Taques (PSDB).

Na avaliação de Russi, a atuação de Dal Bosco como líder do governo foi essencial para a aprovação da emenda constitucional do teto dos gastos públicos e de outras votações estratégicas como a Lei Orçamentária Anual (LOA) com reduzido número de emendas de autoria dos parlamentares.

“A vontade do governador é que ele fique até dezembro deste ano”, acrescentou.

Com relação à decisão de Dal Bosco em assinar uma CPI para investigar atos do governo, o chefe da Casa Civil afirma que o Parlamento é um poder independente e não houve qualquer obstrução por parte do governo e tampouco compromete o parlamentar como líder do governo no Parlamento.

“Não gera desconforto, assinou porque o governo não tem problema com a CPI, não teve negativa do governador e nem da Casa Civil”, sustentou.

Nos bastidores da Assembleia Legislativa, deputados da base governista não escondem a insatisfação com o tratamento dado pelo Executivo ao Parlamento. Os motivos são atrasos no pagamento do duodécimo e pendências na liberação de emendas parlamentares.

Por conta disso, existe uma articulação para criação de um novo bloco com 16 deputados que adotaria uma postura mais crítica com relação à gestão do governador Pedro Taques.



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