Quinta feira, 27 de fevereiro de 2020 Edição nº 14856 10/11/2017  










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Lucro líquido é de R$ 2,708 bilhões

ALINE BRONZATI
Da Agência Estado - São Paulo

O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil no terceiro trimestre veio em linha com as projeções do mercado. A cifra chegou a R$ 2,708 bilhões no período contra R$ 2,742 bilhões, segundo a média das estimativas de sete casas consultadas pelo Prévias Broadcast (Deutsche Bank, Goldman Sachs, BTG Pactual, Credit Suisse, Morgan Stanley, UBS e uma casa que preferiu não ser mencionada).

O Broadcast considera que o resultado está em linha com as projeções quando a variação para cima ou para baixo é de até 5%.

O banco interrompeu a trajetória de alta dos seus calotes ao divulgar índice de inadimplência de 3,94% ao final de setembro, com uma melhora de 0,17 ponto porcentual ante junho, quando estava em 4,11%. O indicador, que considera atrasos acima de 90 dias, ainda apresentou crescimento, contudo, no comparativo anual, com aumento de 0,44 ponto porcentual.

Sem casos específicos, a inadimplência acima de 90 dias do banco teria sido de 3,52% ao final de setembro contra 3,70% em junho. A trégua nos calotes do BB foi motivada pela inadimplência da pessoa jurídica do BB que apresentou a primeira queda dos últimos trimestres, conforme dados desde dezembro de 2015. O indicador foi a 6,70% em setembro contra 7,35% em junho e 5,26% em um ano.

Já a inadimplência das pessoas físicas foi a 3,49% no terceiro trimestre, maior que o indicador no segundo trimestre, de 3,34%, e ante um ano, de 2,56%. O indicador de calotes de curto prazo, com atrasos acima de 15 dias, seguiu melhorando ao atingir 6,00% em setembro contra 6,04% em junho. Em um ano, porém, estava em 5,94%.

PROVISÕES

As despesas com provisões para devedores duvidosos (PCLD) do Banco do Brasil, um dos motores para o lucro do trimestre, foram a R$ 6,257 bilhões de julho a setembro, queda de 5,8% na comparação com o terceiro trimestre, de R$ 6,658 bilhões, e de 6,0% em um ano, quando estavam em R$ 6,644 bilhões. Na visão acumulada em nove meses, a queda foi de R$ 4,4 bilhões ou 18,4%, conforme o BB.

Com isso, o saldo de provisões do banco somou R$ 27,114 bilhões no terceiro trimestre, recuo de 12,7% em um ano, quando estava em R$ 31,056 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores, de R$ 27,501 bilhões, a queda foi de 1,4%.



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