Terça feira, 15 de outubro de 2019 Edição nº 14856 10/11/2017  










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Indústria de materiais tem 2ª alta seguida nas vendas

CIRCE BONATELLI
Da Agência Estado - São Paulo

As vendas da indústria de materiais de construção no País em outubro cresceram 3,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Essa foi a segunda alta consecutiva após quatro anos seguidos de queda nas vendas do setor, conforme mostra pesquisa divulgada ontem pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O crescimento das vendas de outubro também mostrou uma aceleração frente a setembro, quando o setor registrou aumento de apenas 0,1% na comparação anual.

Já no acumulado do ano, as vendas continuam em queda, com baixa de 4,6%. E nos últimos 12 meses, o recuo chegou a 5,2%. A previsão da Abramat é de fechar 2017 com retração de 5,0% nas vendas em comparação com 2016.

A melhora nos resultados de outubro foi puxada pelo aumento das vendas da indústria de materiais para lojas de varejo. "Os dados de venda refletem o contínuo aumento no grau de confiança do consumidor", avalia o presidente da Abramat, Walter Cover. Já a comercialização de produtos para as empresas do mercado imobiliário e de construção pesada permanecem pressionadas.

Cover acredita que a elevação mais robusta nas vendas de outubro aponta para uma incipiente recuperação da indústria de materiais de construção, mas pondera que um avanço mais forte ainda depende de mais estímulos para a cadeia da construção. "A injeção de recursos públicos em obras e no crédito imobiliário pode fomentar ainda mais, no curto prazo, esse princípio de recuperação", analisa.

"É cedo para sabermos até onde essa recuperação irá. Nesse momento é de suma importância que o País continue a reduzir sua taxa de desemprego, o maior responsável pela postergação de compras e do investimento privado", acrescenta Cover.

A pesquisa da Abramat mostrou também que a quantidade de empregos na indústria de materiais de construção no País caiu 0,5% em outubro. No ano, o recuo foi de 5,9%, e nos últimos 12 meses houve retração de 6,2%.



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