Quinta feira, 22 de novembro de 2018 Edição nº 14844 21/10/2017  










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Combustíveis puxam primeira alta do IPCA-15 em 12 meses

Da Agência Estado – Rio

A alta na taxa acumulada em 12 meses pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) na passagem de setembro para outubro foi o primeiro avanço registrado desde agosto de 2016, segundo os dados divulgados ontem pelo IBGE.

O IPCA-15 de outubro ficou em 0,34% ante um avanço de 0,19% no mesmo mês do ano anterior. Como consequência, a taxa acumulada em 12 meses saiu de 2,56% em setembro para 2,71% em outubro.

Apesar da aceleração, o resultado permanece abaixo do piso da meta do governo federal, que tem margem de tolerância de 3% a 6% ao fim deste ano.

Combustíveis puxam alta do IPCA-15 de outubro. Esses reajustes, anunciados pela Petrobras, puxaram a alta de 0,34% do IPCA-15. Houve elevação de 5,36% nos combustíveis domésticos, pertencentes ao grupo Habitação e de 1,29% nos combustíveis de veículos, incluídos no grupo Transportes (0,60%).

O gás de botijão, item do grupo Habitação, subiu 5,72% em outubro, o maior impacto individual sobre o IPCA-15 do mês, o equivalente a 0,07 ponto porcentual.

Entre setembro e outubro, a Petrobras anunciou três reajustes nas distribuidoras para o botijão de gás de 13 kg: 12,2% a partir de 6 de setembro, 6,90% a partir de 26 de setembro e 12,9% a partir de 11 de outubro.

No grupo Transportes, a gasolina subiu 1,45% em outubro. Juntos, os grupos Transportes e Habitação responderam por 0,21 ponto porcentual do IPCA-15

IGPM - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ontem, teve alta de 0,30% na segunda prévia de outubro, após o avanço de 0,41% na segunda prévia de setembro. Com o resultado, o índice acumula recuo de 1,81% no ano e redução de 1,30% em 12 meses.

Os alimentos ficaram mais caros e pressionaram a inflação ao consumidor. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) teve alta de 0,24% na leitura de outubro, após a deflação de 0,10% na segunda prévia de setembro.

Cinco das oito classes de despesa tiveram taxas de variação maiores. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação, que passou de um recuo de 0,84% na prévia de setembro para alta de 0,08% na leitura de outubro, sob influência de itens como hortaliças e legumes, que saiu de -11,70% para 4,37% no período

Os demais acréscimos ocorreram em Habitação (de -0,25% para 0,22%), Despesas Diversas (de -0,03% para 0,57%), Vestuário (de 0,31% para 0,80%) e Comunicação (de -0,08% para 0,28%). Os destaques foram os itens tarifa de eletricidade residencial (de -1,17% para 0,39%), cigarros (de 0,03% para 1,21%), roupas (de 0,31% para 0,99%) e tarifa de telefone móvel (de -0,16% para 0,63%), respectivamente.

Na direção oposta, as taxas de variação diminuíram nos grupos Transportes (de 0,42% para 0,21%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,74% para 0,37%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,31% para 0,27%), sob impacto de itens como a gasolina (de 1,83% para 0,92%), passagem aérea (de 21,20% para 8,11%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,25% para -0,79%).



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