Quinta feira, 22 de novembro de 2018 Edição nº 14844 21/10/2017  










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Servidores decidem por paralisação

Da Reportagem

Durante a Assembleia Geral realizada na tarde de ontem em frente do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), os servidores do Sistema Penitenciário decidiram pela paralisação a partir da meia noite de hoje por tempo indeterminado. De acordo com a assessoria do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT), além de debater a não aprovação da PEC que limita o teto dos gastos a categoria também luta pela proposta da nova tabela salarial.

O último aumento da categoria foi em 2013, com isso, os trabalhadores ficaram prejudicados na carreira pública, pois além do salário não acompanhar o ganho real do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o sistema também não conta nesses quase quatro anos com a progressão de carreira.

De acordo com o presidente do Sindpen, a partir de agora os servidores vão trabalhar com a ‘operação padrão’. Pois várias reuniões foram tentadas agendar com o Governo do Estado para solucionar o problema. Mas, até ontem nenhum resposta havia sido dada aos representantes.

“Vamos paralisar por tempo indeterminado até que o Governo reúna com a Comissão negociadora. Durante este período, vai funcionar apenas a segurança da unidade, isso significa que 100% dos agentes ficaram focados na segurança, torres de contenção, guarita, alimentação dos presos e em casos de escoltas apenas em situações de emergência”, afirmou.

Para o assessor jurídico dos agentes, Carlos Frederick, a aprovação da assembleia pelos servidores foi avaliada de forma positiva, pois esta é a única alternativa que o Governo para “para olhar e escutar a categoria e ainda mostrar a sua importância. Mas, é claro vamos manter a paralisação dentro da limitação que o Estado permite. Porém, sabemos que o Sindspen desenvolve uma política sindical séria e, por isso, deve ser respeitada”, falou.

Ainda conforme o presidente, todos os servidores públicos devem lutar pela não aprovação da proposta porque o projeto faz grave condicionamento a Revisão Geral Anual (RGA), congelamento de recursos públicos e a proibição de concurso público.

“Essa PEC vem para penalizar o servidor de um modo geral, também como representante do Fórum Sindical, afirmo que somos contra a PEC, que prevê 10 anos de congelamento salarial. Da forma que a proposta está sendo apresentada é ruim, pois vai limitar a mão de obra, o congelamento dos gastos e irá trazer precarização aos serviços prestados a comunidade em geral, principalmente na saúde e educação”, concluiu Batista. (RA)



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