Quarta feira, 13 de dezembro de 2017 Edição nº 14839 12/10/2017  










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Alunos buscam ginástica para o cérebro

Em Mato Grosso mais de 126 mil estudantes devem prestar o exame no próximo mês

ALINE ALMEIDA
Valerie Obrien (dir) cursa o 3° ano do ensino médio e vai prestar o Enem para tentar uma vaga para curso de Medicina Veterinária
ALINE ALMEIDA
Da Reportagem

Menos de um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio. Muitos participantes estão na contagem regressiva para este que costuma para muitas pessoas ser um momento de uma nova fase na vida. O exame, que se tornou porta de entrada para o ensino superior é um tema que tira o sono de vários alunos. Somente em Mato Grosso mais de 126 mil devem prestar o exame, a maioria na expectativa de ter acesso à faculdade.

Os longos textos, a redação e a matemática costumam ser os “maiores monstros” da prova que neste ano ocorrem em dois domingos seguidos 05 e 12 de novembro. E cada um busca se preparar como pode. Uns optam por cursinhos, por aulões, por orações, afinal, vale tudo para um objetivo.

Um novo método que vem sendo utilizado por alunos é a ginástica. Sim, os vestibulandos estão buscando cada vez mais “academias”, “musculação”, mas para o cérebro. Afinal, com tantas pessoas concorrendo hoje a uma vaga na universidade, o segredo é se diferenciar para passar na prova. Estudar requer atenção, boa memória, agilidade de raciocínio. Para desenvolver estas habilidades, muita gente está exercitando o cérebro.

Alessandra Trentino, diretora do Supera Cuiabá - que é uma rede de franquias com estudos fundamentados na neurociência, a ciência que estuda o cérebro – explica sobre o método. A ginástica do cérebro segundo ela trabalha através de várias ferramentas e potencializa as habilidades cognitivas do cérebro, potencializa a atenção, a concentração, o raciocínio lógico, memórias, auto-estima, entre outras habilidades.

“O objetivo do vestibulando é potencializar o foco e conseguir diminuir a ansiedade, ele precisa conseguir utilizar o tempo, em busca de resultados melhores. Se o aluno consegue melhorar o raciocínio lógico ele consegue melhorar em todas as disciplinas, não só matemática. O método é fundamentado no conceito de neuroplasticidade, ou seja, a capacidade do sistema nervoso de modificar sua estrutura por meio de estímulos”, diz.

Alessandra diz que é muito importante o adolescente que tem essa ansiedade de buscar o novo, os novos desafios. Através do lúdico ele melhora a capacidade de lidar com desafios no meio do caminho. “O aluno se depara com a pressão da escola, a pressão dos pais, isso gera uma sobrecarga de adrenalina no cérebro que às vezes a pessoa acaba se frustrando quando não consegue atingir a expectativa”.

A principal ferramenta de estímulo usada pelo método é o ábaco, um instrumento de cálculo milenar que exercita principalmente o raciocínio. Muitos estudantes passam por extensas etapas de estudo para dominar uma determinada matéria cobrada no vestibular, porém ao se depararem com a prova, acabam errando questões cujas respostas estão no enunciado, ou seja, as famosas "pegadinhas".

A boa notícia é que a resposta para este tipo de erro está na falta de mobilização do córtex pré-frontal, que consequentemente causa a falta de atenção. O córtex pré-frontal é uma parte do nosso cérebro responsável pelos comportamentos e pensamentos, expressões de personalidade, tomadas de decisões e atenção. A ginástica para o cérebro promove a conexão entre os neurônios, desenvolvendo, entre outras habilidades, a atenção, o raciocínio e a memória.

Valerie Obrien cursa o 3° ano do ensino médio e vai prestar o Enem para tentar uma vaga para curso de Medicina Veterinária. Ela conta que tinha muita dificuldade com matemática e após adotar a ginástica para o cérebro há três meses vem apresentando melhorias. “A forma de cálculo é diferente da tradicional. Também melhorei muito no raciocínio lógico, interpretação de texto e vocabulário”, afirma a aluna.

O professor Jefferson Dias afirma que a diferença da ginástica cerebral esta no método de ensino. As habilidades são trabalhadas por meio de ferramentas que muitas vezes não são comuns no sistema de ensino. Isso faz a diferença segundo ele. “Quando se tem ferramentas que consegue potencializar as habilidades a aprendizagem melhora e ajuda o aluno expandir em várias áreas”, afirma.

Para saber mais, acesse www.metodosupera.com.br. As informações sobre o método podem ser obtidas no telefone (65)3052-3200.



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