Domingo, 17 de fevereiro de 2019 Edição nº 14820 15/09/2017  










OBRA DA COPAAnterior | Índice | Próxima

Parada, obra da Estrada do Moinho recebe mais um aditivo

Da Reportagem

Classificada pela Secretaria de Estado de Cidades como uma das obras mais mal feitas da história de Cuiabá, a duplicação da Avenida Archimedes Pereira Lima, mais conhecida como Estrada do Moinho segue parada. Mesmo assim, o Diário Oficial do Estado trouxe ontem mais um aditivo a obra, o oitavo. O contrato com a empresa Trimec-Hytec, responsável pela obra foi estendido até o final do ano.

Segundo a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) o aditamento foi necessário porque o contrato com a empresa venceria no início deste mês. Segundo o documento adita-se ao prazo de vigência um período de mais 135 dias, após está alteração o término do prazo de vigência será em 31/12/2017.

“A Secid está mantendo mais uma negociação com a empresa para que a obra seja retomada e concluída”, confirma a pasta.

Interrompidas desde o fim de 2014, as obras seguem sem previsão de serem retomadas. Isso apesar da Secretaria de Estado de Cidades (Secid) já ter notificado o Consórcio Trimec-Hytec, para reiniciar os trabalhos que deveriam ter sido entregues à população cuiabana há três anos.

As obras contratadas por R$ 23,6 milhões apresentam grandes falhas de execuções. O projeto totaliza 4,42 quilômetros, com alargamentos sobre as pontes dos córregos do Coxipó e do Moinho. A duplicação é considerada importante para desafogar o fluxo de veículos na Fernando Corrêa e na região da construção do Complexo Viário do Tijucal, outra obra do Mundial. Além da duplicação, a empresa ainda é responsável por duplicar e alargar as pontes sobre o córrego do Moinho e Rio Coxipó, com extensão de 44 metros e 84 metros, respectivamente.

A atual situação da Avenida mostra os vários problemas ao longo da via. Buracos, ciclovia desfazendo, falta de iluminação, entre outros. Dentre os serviços que deveriam ter sido feitos pelo Consórcio Trimec-Hytec, estão; serviço de sondagem (no subsolo) para garantir a durabilidade da pavimentação, que deve ser refeita e readequações em pontes, meio-fio e calçadas.

A obra faz parte dos Termos de Ajustamento de Conduta firmados entre Tribunal de Contas, empresas e Governo para conclusão das obras da Copa do Mundo de 2014. (AA)



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