Quarta feira, 20 de fevereiro de 2019 Edição nº 14820 15/09/2017  










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Convenção coletiva está concluída

Da Redação

O Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon/MT) e sindicatos de trabalhadores da construção civil concluíram ontem as negociações da campanha salarial 2017 chegando a um entendimento para a Convenção Coletiva de Trabalho 2017/18. Construtores e empregados acordaram um reajuste salarial de 4% para os trabalhadores que recebem até R$ 2.499,99 e um valor fixo, a título de reajuste, de R$ 130,00 para quem recebe acima de R$ 2.500,00. A recomposição é retroativa a maio, data-base da categoria.

A medida contempla os trabalhadores da construção civil que atuam na base territorial do Sinduscon/MT, que compreende 101 municípios de Mato Grosso. O índice concedido de reajuste corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Agora o Sinduscon/MT prepara documentação do acordo que será remetida à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (SRTE/MT) para homologação.

O presidente da Comissão de Relações Trabalhistas do Sinduscon/MT, Cláudio Cleber Ottaiano, reconhece que em decorrência da demora na aprovação da Reforma Trabalhista, houve um consequente atraso na definição da Convenção Coletiva do Trabalho 2017/2018 dos trabalhadores da construção civil em Mato Grosso.

“A convenção deste ano foi uma forma de nos preparar para aplicar as novas regras da Reforma Trabalhista no próximo ano. Apesar disso, a convenção dos trabalhadores foi aprovada dentro do que é possível e creio que atendeu às necessidades tanto da classe trabalhadora quanto da patronal. Basicamente foi mantida a convenção anterior com pequenas mudanças”, analisa Ottaiano.

De acordo com ele, o percentual de recomposição salarial reflete a realidade do mercado e dos índices oficiais do governo hoje. “Apesar do clima de confiança para a retomada do crescimento no país com obras investimentos e parceiras, estamos com os pés no chão porque a construção civil está sujeita aos primeiros sintomas do mercado”, completa o dirigente do Sinduscon/MT.



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