Terça feira, 22 de maio de 2018 Edição nº 14819 14/09/2017  










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PSD reivindica cargo na majoritária, alerta Fávaro

RAFAEL COSTA
Da Reportagem

Presidente do diretório estadual do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro declarou que o partido se articula para reivindicar uma candidatura majoritária nas eleições de 2018.

No entanto, Fávaro não especificou se isto significa sua manutenção na chapa como vice-governador ou se o PSD planeja voos mais altos como uma candidatura própria ao governo do Estado ou a concorrer a uma das duas vagas que serão abertas ao Senado em 2018.

“PSD é um grande partido, importante no arco de alianças e não pode ficar fora da chapa majoritária. Agora isso não depende só de o PSD querer. Nós vamos mostrar a força e certamente estaremos juntos com o DEM e o PSDB e todos os aliados”, disse.

Atualmente, o PSD detém a maior bancada no Parlamento com o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Gilmar Fabris, e os deputados Wagner Ramos, Pedro Satélite, Ondanir Bortolini, o “Nininho”, Leonardo Albuquerque e José Domingos Fraga.

Fávaro ainda diz que o partido está aberto ao diálogo com o PSDB, DEM e outros partidos da base aliada para discutir a formatação de um projeto político para 2018.

“Quando um grupo é forte e unido, não precisa estar todo mundo jogando. Alguém deixa de reconhecer a liderança e importância do Jayme Campos para o estado de Mato Grosso? Nem por isso ele deixa ser um grande líder que opina e dá direcionamento ao nosso grupo, ajudando a tocar o Estado”, disse.

Nos bastidores, o empresário Erai Maggi também é considerado uma das opções para concorrer a vice-governadoria, o que levaria Fávaro a ser candidato ao Senado numa dobradinha com o atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP).

No entanto, ao ser questionado a respeito disso Fávaro minimiza e diz que cabe a oposição neste momento discutir projetos de pré-candidaturas.

“Enquanto vice-governador estou focado em auxiliar a gestão estadual e honrar os compromissos que fizemos em 2014, realizando obras e um novo modelo de gestão. As eleições de 2018 nós temos que discutir em 2018. Quem tem que discutir eleição agora é a oposição”, destacou.



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