Sábado, 18 de novembro de 2017 Edição nº 14818 13/09/2017  










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Focos de calor diminuem no Estado

Enquanto o Brasil apresentou um crescimento de 20,82% dos focos Mato Grosso cresceu apenas 0,80% em comparação ao ano passado

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Aumento de focos de calor em MT é o menor dos Estados da Amazônia Legal
ALINE ALMEIDA
Da Reportagem

Apesar de ocupar a segunda colocação entre os Estados da Amazônia Legal com mais focos de calor, Mato Grosso tem reduzido os números negativos. Neste ano, enquanto o Brasil apresentou um crescimento de 20,82% dos focos e a Amazônia Legal aumentou em 24,21, Mato Grosso cresceu apenas 0,80% em comparação ao ano passado. Os dados são do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA).

Considerando os últimos 10 anos no mesmo período, os dados são ainda mais expressivos. Verificou-se um aumento de aproximadamente 28,97% em focos de calor a nível estadual. Enquanto foram registrados aumentos de 59,38% na região da Amazônia Legal e de 48,98% a nível nacional.

Em números absolutos neste ano, de 01 de janeiro ao dia 10 de setembro, o Estado já registrou 20.939 focos de calor. No ano passado foram contabilizados no mesmo período 20.773. Na Amazônia Legal os focos de calor já alcançam 91.760 registros neste ano e 73.696 no mesmo período do ano passado. No Brasil este ano os focos contabilizados são de 123.874 e no ano passado foram 102.524.

O Estado do Pará é o que mais registrado focos, 26.070, seguido de Mato Grosso 20.939 e Maranhão 11.952. E quando se verifica a taxa, focos de calor por unidade de área (km²), Mato Grosso ocupa a 4º colocação. Sendo Tocantins o 1º colocado, Maranhão o 2º colocado e Rondônia o 3º colocado.

No Estado o balanço do BEA aponta que 66,81% dos focos de calor registrados no período de 01/Jan a 10/Set de 2017, encontram-se fora de unidades de conservação, terras indígenas, projetos de assentamento e região metropolitana, sendo provenientes de propriedades privadas e outras propriedades. A grande maioria dos focos de calor no estado de Mato Grosso se encontra nas propriedades privadas e afins, representando 66,81% deste índice. O restante é distribuído em Projetos de Assentamento (7,45%), Terras Indígenas (20,06%), Unidades de Conservações Federais (0,85%), Estaduais (2,46%), Municipais (0,36%) e região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá (2,36%).

Período proibitivo – Os dados mostram ainda que houve 1.205 ocorrências detectadas de incêndios florestais registradas pelo Batalhão de Emergências Ambientais – BEA/CBM-MT, via focos detectados pelo site do INPE, Solicitações via o 0800-647-7363 e Solicitações via CIOSP, no período compreendido entre 15 de julho a 10 de setembro.

O comandante do BEA tenente-coronel Paulo André Barroso afirma que os números são resultados da forte atuação da corporação nos municípios de Mato Grosso. A orientação é que a população seja consciente e não pratique queimadas para que os dados sejam ainda mais satisfatórios.



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