Segunda feira, 16 de setembro de 2019 Edição nº 14806 24/08/2017  










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Recuperação será vista no emprego, diz Meirelles

Da Agência Estado – Brasília

A recuperação do emprego será mais evidente nos próximos meses. A previsão foi feita pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em cerimônia para lançamento de nova linha de capital de giro para as pequenas e médias empresas (PME) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em cerimônia realizada ontem no Palácio do Planalto, o ministro comentou que o mercado de trabalho tem reagido "antes do que muitos previam". "Há indícios de que a economia está em recuperação e o movimento será acentuado durante o ano", disse. "A recuperação será vista principalmente no emprego, que está em trajetória sólida", completou.

O ministro comentou que, após reação concentrada da atividade no setor agrícola no início do ano, outros segmentos da economia apresentam dados mais fortes, como a indústria que cresceu 5,7% no 2º trimestre na comparação com os três meses anteriores e o varejo que teve expansão de 6,9%. "Os serviços também crescem e reagem diretamente à retomada da atividade", comentou.

EXPANSÃO - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda que o Brasil entrará em 2018 crescendo acima de 3% na comparação com os mesmos trimestres de anos diferentes. Segundo ele, o PIB potencial do País pode chegar a 4% ao ano com aprovação das reformas.

Para ele, o ajuste fiscal e a aprovação das reformas permitirão um ciclo de crescimento de longa duração e baixa volatilidade. "Estamos fazendo reformas fundamentais para aumentar o PIB potencial do Brasil. Trabalhamos para aumentar a capacidade do País de produzir mais e melhor".

Meirelles também enfatizou a importância da Reforma da Previdência proposta pelo governo e à espera de votação no plenário da Câmara dos Deputados. "A evolução atual da Previdência não é sustentável. Sem a reforma, cada vez mais o orçamento do governo passará a ser ocupado pelos gastos previdenciários", repetiu.

O ministro ainda voltou a citar medidas que estão sendo tomadas pelo governo na área de crédito, como o cadastro positivo e a nova lei de falências.



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