Quarta feira, 13 de dezembro de 2017 Edição nº 14798 12/08/2017  










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Automóvel perde espaço nos shopping

Da agência Estado – São Paulo

O automóvel perdeu espaço nos sorteios de shopping centers para atrair clientes para as compras do Dia dos Pais. Segundo pesquisa da Orange Paper, da Célula de Inteligência do GS Group, os carros foram ofertados como prêmio principal em 20% das campanhas relativas à data, ante 24% em 2016 e 31% em 2015.

De acordo com a pesquisa, que analisou a estratégia promocional no Dia dos País de 192 shoppings centers no País, os estabelecimentos substituíram os automóveis por itens de menor valor, como adega, minirrefrigerador, máquina de café, eletrônicos e cervejeiras. "Com a redução da verba de marketing nos últimos anos, as empresas tiveram de adequar essas estratégias, sobretudo no Dia dos Pais, que perde em vendas na comparação com outras datas comemorativas", afirma o diretor de Inteligência do GS Group, Fernando Gibotti.

Ele explica, porém, que, com a diminuição do tíquete dos prêmios, houve um aumento na quantidade de itens sorteados. "O cliente enxerga que tem uma oportunidade de ganho mais próximo, diferentemente do que apenas um grande prêmio", diz. "Além disso, houve uma mudança nas estratégias promocional, de tentar oferecer algo mais adequado ao perfil da figura do pai, e não apenas um presente genérico, como uma viagem."

Neste ano, 48% dos shoppings realizam sorteios, ante 43% no Dia dos Pais do ano passado. A campanha, porém, ainda está longe de alcançar o patamar de 2014, quando 70% dos shopping que realizaram algum tipo de ação promocional escolheram o sorteio de prêmios.

A pesquisa mostra ainda que 56% dos centros de compras em território nacional elaboram algum tipo de campanha do Dia dos Pais, seja sorteio, seja campanha de compre e troque, seja uma ação cultural. No ano passado, 53% fizeram alguma campanha. Dos shoppings que realizam algum tipo de ação no Dia dos Pais de 2017, 60% optaram por campanhas de duração entre 1 e 15 dias.

CARREFOUR

A mudança nas regras do crédito rotativo afetou negativamente em R$ 38 milhões o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Carrefour Soluções Financeiras (CSF), braço de cartões da rede varejista. Durante teleconferência com analistas e investidores, o vice-presidente de Finanças o Carrefour Brasil, Sébastien Durchon, afirmou que a empresa espera compensar esses impactos pela frente com redução de custos.

O executivo destacou ainda que a companhia espera que estes efeitos sejam minimizados no futuro com um aumento do portfólio do parcelamento de fatura, que passou a substituir o rotativo após um mês de uso. O crescimento do cartão da rede de "atacarejo" Atacadão também é visto como uma oportunidade para esse negócio.



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