Sexta feira, 24 de maio de 2019 Edição nº 14760 22/06/2017  










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Irmãos Josino e Clóvis Guimarães deixam a prisão

ALINE ALMEIDA
Da Reportagem

A Justiça concedeu liberdade aos irmãos Josino e Clóvis Guimarães na última terça-feira. A decisão é do juiz da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, Jorge Tadeu Rodrigues. Os empresários foram presos no dia 13 de junho, acusados de envolvimento em uma farsa que tentava provar que o juiz Leopoldino Marques do Amaral, assassinado em 1999 no Paraguai, estaria vivo e morando na Bolívia.

Com a determinação judicial, Josino e Clóvis passam a cumprir pena em regime semiaberto e serão monitorados por tornozeleira eletrônica. Os empresários foram presos em uma ação, desencadeada pela Polícia Federal. Na oportunidade, foram presos também, o delegado Márcio Pieroni, o agente prisional Gardel Lima e o detento Abadia Proença.

Conforme a Polícia Federal, os presos teriam instaurado investigação fraudulenta, para levantar a suspeita de que Leopoldino estaria vivo, morando na Bolívia. Eles foram condenados por diversos crimes, dentre eles formação de quadrilha, denunciação caluniosa, fraude processual, interceptação telefônica para fins não previstos em lei e violação de sepultura.

Leopoldino havia denunciado um esquema de venda de sentenças judiciais em Mato Grosso. O magistrado foi encontrado morto com o corpo parcialmente carbonizado no Paraguai com dois tiros na cabeça em 1999. O ex-delegado Márcio Pieronni teria autorizado a exumação do corpo do magistrado de forma ilegal em uma investigação que apontava que o juiz estaria vivo.

Em maio de 2011 Josino e Pieroni foram presos pela Polícia Federal, acusados de vários crimes para tumultuar a investigação referente ao assassinato. Pieroni foi condenado a 17 anos de prisão, mais 3 anos e 4 meses, em regime inicialmente fechado. Josino e Clóves foram sentenciados a 7 anos de prisão também em regime fechado inicialmente. Josino Guimarães é apontado como o mandante da morte de Leopoldino. Ele já foi absolvido pela morte do juiz federal, mas o STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou um novo júri popular que ainda não foi realizado. A condenação é assinada pelo juiz da 7ª Vara Federal, Paulo Cézar Alves Sodré.



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