Domingo, 22 de abril de 2018 Edição nº 14757 17/06/2017  










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Sachetti chama dirigente de ditador

Da Reportagem

O deputado federal Adilton Sachetti (PSB) criticou duramente o presidente do diretório nacional do PSB, Carlos Siqueira, que conduziu isoladamente o retorno do deputado federal Valtenir Pereira aos quadros do partido sem qualquer consulta a base do partido em Mato Grosso.

Na avaliação do parlamentar, Siqueira agiu como um ditador que age para impor suas vontades aos demais filiados.

“A gente procura entender o que está acontecendo no partido. Há um presidente ditador, que acha que só ele tem direito de opinar. Eu não votei na reforma trabalhista, não estava no dia da votação, porque era o velório de minha esposa. Mas, mesmo assim, fui penalizado. Eu era vice-presidente da provisória no Estado e fui destituído só por pensar em apoiar a reforma trabalhista”, disse.

Sachetti ainda classificou de “safadeza” a filiação de Valtenir Pereira sem qualquer consulta prévia aos partidos. Além disso, lembrou que o diretório nacional destituiu o deputado federal Fábio Garcia da presidência da Comissão Provisória em razão de seu voto favorável à reforma trabalhista.

“Agora, a filiação do deputado Valtenir é muita safadeza ou é muita incoerência ou é porque temos um presidente ditador. Porque está se convidando alguém que também votou favorável à reforma trabalhista. Então, é uma grande incoerência. Está tudo errado”, afirmou.

Sachetti ainda acredita que podem existir outros interesses na estratégia da direção nacional do PSB em aceitar novamente a filiação de Valtenir Pereira e lhe conceder de automático a presidência do partido em Mato Grosso.

“Tem mais alguma coisa que nós não estamos sabendo o que está ocorrendo. Eu acredito que esse presidente está jogando conosco. É algo que vamos ter que ter um pouco de calma, entender o que está acontecendo”, disse.

Apesar das críticas e de sua contrariedade à formação do novo PSB em Mato Grosso, Sachetti nega que esteja disposto a pedir desfiliação.

“Estou filiado ao partido. Não vou me afastar. Vou lutar dentro do partido, mostrar para sociedade que há um presidente incoerente, uma Executiva que não respeita seus filiados, que não tem voto. O presidente não tem voto, não saiu na rua para pedir voto, só fica no ar-condicionado, usando dinheiro arrecadado do fundo partidário que eu ajudei e ajudo todo mês a arrecadar”, afirmou. (RC)



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