Sábado, 20 de julho de 2019 Edição nº 14752 09/06/2017  










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Botelho não aceita radicalismo

Da Reportagem

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB) garante que irá intermediar as negociações entre o Fórum Sindical e o Governo do Estado sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). No entanto, afirma que não irá admitir radicalismo de nenhum dos lados.

“O diálogo nosso será mantido com o Governo, desde que não haja radicalização. Se radicalizar, aí paramos as negociações. Estou disposto a intermediar isso, mas desde que não haja radicalização de nenhum dos lados”, enfatizou.

A proposta inicial era de pagar os 6,58% o RGA de 2017 em três parcelas, sendo as duas primeiras de 2,15% e a última de 2,14%, totalizando os 6,58%. No entanto, as parcelas teriam vencimento em janeiro, abril e setembro de 2018.

O projeto de lei com a forma de pagamento do reajuste foi encaminhado para apreciação dos deputados estaduais na última terça-feira (06).

A mensagem, ainda incluía a previsão de pagamento da RGA do próximo ano. A equipe econômica estima que o IPCA encerre o ano em 4,19%. Então, o governo deve fazer o pagamento da primeira parcela da revisão em dezembro de 2018 e o restante em março de 2019.

O projeto, entretanto, foi retirado da Casa de Leis nesta quarta-feira (07). Em reunião com representantes do Fórum Sindical, o Governo do Estado garantiu que irá fazer uma nova proposta aos servidores públicos.

A equipe econômica está promovendo um levantamento para verificar a possibilidade de pagar o RGA de 2017 e 2018 dentro do ano fiscal correspondente, atendendo assim, ai pleito dos sindicalistas.

“Há o entendimento nosso e do Governo de quem tem que pagar, de que é necessário pagar a RGA, ainda que parcelada, pois isso garante o poder aquisitivo dos servidores. Existe uma reivindicação dos servidores que sejam antecipadas algumas parcelas e isso vem sendo discutido”, disse Botelho.

Na próxima terça-feira (13), o Governo e o Fórum irão se reunir novamente para avançar nas negociações. “Essa é uma conversa séria, franca que estamos fazendo com representantes do Fórum. Sem politicagem, sem radicalização, exatamente em cima de números. Números não mentem, estão lá abertos para todo mundo ver”, pontuou.



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