Domingo, 19 de maio de 2019 Edição nº 14751 08/06/2017  










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Cabo disse que o equipamento montado chamava-se ‘sentinela’

Da Reportagem

O Inquérito Polícial Militar que investiga as interceptações telefônicas clandestinas no âmbito das Policias Militar e Civil deverá entrar em sua fase decisiva já na próxima semana. De acordo com o coronel Jorge Catarino Ribeiro, as investigações tem prazo de 20 dias para concluir os trabalhos.

“Nós estamos colhendo depoimentos, analisando documentos e possíveis provas que estão chegando até nós. Como temos 20 dias para concluir os trabalhos, acredito que já vamos entrar uma fase mais decisiva já na próxima semana, podendo prorrogar os trabalhos por mais 20 dias”, disse Catarino, evitando comentar sobre as investigações.

“Essa investigação está sob sigilo. O que posso falar é que estamos ouvindo várias pessoas. Já ouvimos o cabo Gerson e devemos ouvir o coronel Zaquel e outros envolvidos”, finalizou.

Os depoimentos estão sendo coletados no Comando Geral da Policia Militar e membros do Ministério Público Estadual (MPE) também participam das oitivas. O ex-comandante da PM Zaqueu Barbosa deverá prestar depoimento hoje (7). Ele está preso desde o dia 23 de maio em decorrência da decisão do juiz Marcos Faleiros. Ele está detido no Bope - Batalhão de Operações Especiais.

Na última terça (6), o cabo da Polícia Militar Gerson Luiz Ferreira Correa Júnior prestou seu depoimento durante toda a tarde. Ele chegou escoltado por três carros descaracterizado da PM, sendo um Onix preto. Depois retornou ao Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) onde se encontra detido desde o dia 23 de maio.

Durante o depoimento de Gerson, o cabo reafirmou alguns nomes que já haviam sido citados em outros depoimentos.

O militar também revelou que o equipamento montado para as escutas telefônicas ilegais foi denominado de "Sentinela".

Os envolvidos no "núcleo" dos grampos através do método "barriga de aluguel" também tinha um grupo de Whatsapp denominado "Sentinela", em alusão ao sistema paralelo, sem a utilização dos Sistemas "Guardião" do Ministério Público e da Polícia Civil. (PR)



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