Segunda feira, 24 de junho de 2019 Edição nº 14751 08/06/2017  










24H DE PROTESTOAnterior | Índice | Próxima

Paralisação afeta serviços públicos

Atendimentos essenciais foram afetados na área de saúde, educação e segurança com paralisação de 24 horas dos servidores públicos

DINALTE MIRANDA/DC
Escola Presidente Médici com os portões fechados, ontem, devido a paralisação dos servidores
ALINE ALMEIDA
Da Reportagem

A greve geral deflagrada pelos servidores estaduais ontem parou grande parte dos serviços públicos em todo o Estado. Atendimentos essenciais foram afetados na área de saúde, educação e também de segurança. Por 24 horas os trabalhadores decidiram cruzar os braços contra a proposta do Governo em parcelar o pagamento da Revisão Geral Anual.

Na saúde, uma das que mais tiveram adesão dos servidores, diversos serviços foram afetados. Nos hospitais regionais os procedimentos eletivos que estavam agendados foram desmarcados. Só atendimentos de urgência e emergência ficaram mantidos. A reportagem entrou em contato com algumas unidades de saúde que confirmaram a adesão ao movimento paredista.

No Centro Estadual de Referência de Alta e Média Complexidade em Cuiabá, que recebe pacientes de várias localidades, funcionários confirmaram que os atendimentos ocorreram normalmente, mas com 30% do efetivo. Já no Hemocentro a situação não foi diferente, o local também permaneceu aberto com 30% dos servidores trabalhando e demais encampando as lutas. As unidades ambulatoriais mantiveram os 30% em funcionamento, desmarcando consultas e procedimentos eletivos. Já as unidades administrativas e nível central permaneceram 100% fechadas.

Na rede estadual, a adesão não foi completa. Muitas unidades optaram por continuar com as aulas normais. Liceu Cuiabano em Cuiabá e Fernando Leite em Várzea Grande são exemplos de unidades que não pararam. Na terça-feira a Secretaria de Estado de Educação tinha pedido aos profissionais que não interrompessem as aulas. Prometendo inclusive mobilizar os setores administrativo e jurídico para dar apoio às escolas que decidiram abrir suas portas aos alunos.

Segundo Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de Mato Grosso, todas as unidades foram convidadas a fazer parte do movimento, no entanto a participação ficava ao critério. O sindicato afirma que 15 regionais participaram do movimento ontem, mas não foi possível quantificar o número de escolas que fecharam as portas, a estimativa é de que 80% das unidades do Estado pararam. Em Cuiabá as maiores unidades fecharam as portas.

O Sintep em Várzea Grande confirmou que 83% das unidades da rede estadual aderiram ao movimento. Na cidade, grandes unidades como Pedro Gardéz, Adalgisa de Barros, Lícinio Monteiro, Jaiminho e Maria Leite Marcoski não tiveram aula ontem.

No sistema prisional todas as unidades do Estado aderiram o movimento. Foram suspensas visitas, recebimentos de presos, audiência de custódia, desinstalação e manutenção de tornozeleiras, atendimentos aos oficiais de justiça, dentre outros serviços. Também aderiram ao movimento trabalhadores da educação superior do Estado de Mato Grosso, profissionais do socioeducativo, investigadores e escrivães da Polícia Civil, dentre outros servidores.



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