Quinta feira, 21 de março de 2019 Edição nº 14746 01/06/2017  










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Taxa de desocupação é a maior da série

Conforme IBGE, indicador passou de 9,1% no primeiro trimestre de 2016 para 10,5% em igual acumulado deste ano em Mato Grosso, incremento anual de 1,4 p.p.

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Percentual é o maior já observado na série histórica do Estado nos últimos 13 trimestres, desde o primeiro trimestre de 2014
MARIANNA PERES
Da Editoria

A taxa de desemprego entre os mato-grossenses aumentou neste primeiro trimestre do ano em relação a igual período do ano passado. A desocupação foi estimada em 10,5%, ou, 1,4 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de 9,1% registrada pelo IBGE no acumulado dos três primeiros meses de 2016 (janeiro, fevereiro e março). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada ontem.

O percentual apurado nesse período, de 10,5%, é o maior já observado na série histórica do Estado nos últimos 13 trimestres, ou seja, desde o primeiro trimestre de 2014. Conforme o IBGE, a taxa de desocupação reflete o percentual de pessoas desocupadas em relação ao universo de pessoas na força de trabalho.

Entre os desocupados, a pesquisa estima que neste primeiro trimestre, a massa de desempregados no Estado seja de 172 mil pessoas, aumento em 24 mil pessoas, em relação ao mesmo período do ano anterior. A maior parte das demissões foi realizada pela ‘Indústria em Geral’, que conforme a pesquisa foi responsável por reduzir em 8,8% a oferta de vagas, seguida por prestação de serviços, como por exemplo, no transporte, com queda anual de 4,5%.

A ‘População em Idade de Trabalhar’, no Estado, neste primeiro trimestre, é de 2.605 mil pessoas, aumentando em aumentou em 57 mil pessoas, ou, 2,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já a ‘População Ocupada’, foi avaliada em 1.470 mil pessoas, não apresentando variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, em relação ao trimestre anterior (outubro, novembro e dezembro), reduziu em 39 mil pessoas, ou seja, variação de -2,6%.O rendimento médio do trabalhador mato-grossense foi de R$ 2.111 neste primeiro trimestre, sem apresentar variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo período do ano anterior. Todavia, houve um aumento de 6,7% em relação ao trimestre anterior, finalizado em dezembro de 2016.REGIÃO - No Centro-Oeste, a taxa de desocupação atingiu 12%, aumento de 2,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado.

A maior taxa regional foi registrada no Distrito Federal, 14,1%, sendo 2,9 p.p. acima do registrado no primeiro trimestre de 2016. Goiás vem em seguida com 12,7%, variação anual de 2,7 p.p., Mato Grosso, com 10,5%, sendo 1,4 p.p. de alta na comparação e Mato Grosso do Sul com 9,8% de taxa de desocupação, revelando um avanço de 2 p.p.

BRASIL - No País, a taxa chegou a 13,7%, com 14,04 milhões de pessoas desempregadas. O resultado significa que há mais 2,63 milhões de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 23,1%. Ao mesmo tempo, o total de ocupados caiu 1,5% no período de um ano, o equivalente ao fechamento de 1,39 milhão de postos de trabalho.

Como consequência, a taxa de desemprego passou de 11,2% no trimestre até março de 2016 para 13,6% nesse primeiro trimestre, a mais alta para esse período do ano já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

A taxa de desemprego só não foi mais elevada porque 556 mil brasileiros migraram para a inatividade no período de um ano. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 0,9% no trimestre encerrado em abril ante o mesmo período de 2016.

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,2% no trimestre até março.



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