Terça feira, 19 de março de 2019 Edição nº 14746 01/06/2017  










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Decisão sobre mudança só daqui a 2 meses

Sobre o caso envolvendo Michel Temer, disse que por prudência mínima vai falar sobre a questão só quando conhecer o limite da decisão e análise da fita

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Torquato Jardim afirmou que tem o compromisso de buscar garantir recursos para a operação da Polícia Federal.
Da Agência Estado - Brasília

O novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou ontem, em entrevista coletiva após tomar posse, que a definição sobre uma eventual mudança no comando da Polícia Federal deverá levar mais que dois meses.Jardim fez a comparação com o período em que atuou como ministro da Transparência. Segundo ele, o critério que adotará na Justiça será o mesmo. "Adotarei o mesmo cuidado, a mesma serenidade que adotei no Ministério da Transparência. Passei dois meses estudando o ministério", disse Torquato Jardim, complementando que as mudanças "foram mínimas".Segundo ele, no Ministério da Justiça, "vai levar mais tempo, talvez, porque é um ministério oito vezes maior".

Diante da insistência de jornalistas sobre a permanência do diretor-geral Leandro Daiello no comando da PF, Jardim afirmou: "Eu respondo daqui a dois, três meses, quando analisar melhor o quadro".

Para Torquato Jardim, o fato de Daiello estar no cargo desde 2011 não influenciará a decisão sobre a continuidade dele na função. Segundo o ministro, a antiguidade "não é fato relevante na análise que vamos fazer".

O ministro afirmou que, amanhã viajará junto com Daiello para Porto Alegre, a fim de participar da posse do novo superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Sul.

"Ida e volta são quatro horas de conversa. Acho que vai dar para aprender alguma coisa com o diretor da Polícia Federal", disse.

"Eu disse várias vezes: vamos conversar, vamos viajar juntos, vamos conversar sobre a Polícia Federal para que eu conheça o ambiente. Até porque estou também estou sob avaliação. Posso ter que ir embora daqui a algumas semanas, sabe-se lá", afirmou.

Ao ser perguntado se ele não descartava a troca na direção-geral da PF. "O mundo não é maniqueísta, preto e branco, sim e não", disse.

LAVA JATO

Ele também negou uma suposta intenção de inibir a Operação Lava Jato, que investiga, entre outros, o próprio presidente Michel Temer, ministros e parlamentares da base governista.

"A Lava Jato é oportunidade única de se construir uma nova ética pública", declarou. "É um programa de Estado. Não é coisa de governo, [é] uma vontade de Estado, da sociedade brasileira", afirmou.

Experiência em segurança pública.



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