Sexta feira, 24 de maio de 2019 Edição nº 14746 01/06/2017  










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Sindicalistas reclamam de falta de diálogo

Certamente o governo do estado colocou a mesa a proposta viável dentro das possibilidades financeiras do estado de Mato Grosso. Ressaltamos que a nação brasileira passa por um período de desmoralização total, fruto das irresponsabilidades de seus gestores cuja base se sustentava no sindicalismo, onde hoje temos 15 milhões de desempregados, dívida pública de R$ 4,4 trilhões, onde apareceu à dívida porém não apareceu as bens feitorias, ou seja, o Brasil continua sem educação, segurança, saúde, infraestrutura. Portanto sindicalistas deixam os responsáveis e dedicados funcionários públicos trabalharem para consertar o desastre que o PT fez a nação brasileira, com apoio também dos sindicatos, que a meu ver utiliza da máxima de quanto pior, melhor.

JULIO MUZZI, Eng. Civil, Cuiabá/MT

julio.muzzi@hotmail.com



Educação política

Excelente artigo! Talvez fosse necessário criar leis para que sejamos obrigados a economizar, racionar a água. Fico muito triste quando vejo pessoas abusando, lavando suas calçadas, seus carros sem o menor pudor, isso tem que ser proibido por lei e, fora outras situações. Nós brasileiros, só nos educamos dessa forma, através de leis, do que é, ou não é proibido e olhe lá! Gostei muito, parabéns!

SENIRA RODRIGUES RAMALHO, Brasilia/DF

senira.rr31@gmail.com



Saudosismo

Pegando gancho do saudosismo fechou recentemente Tom Chopim, e outros que marcaram Balneário Santa Rosa, Queda D´Água, Panacéia, Ninho Bar, jantar Dançante clube Dom Bosco, Grêmio Antônio João, Bar Internacional, Beto restaurante, Garrafão fez maior sucesso no início da construção da Avenida CPA, e momento inesquecível que o poeta Silva Freire tomou posse na Academia de Letras, e foi comemorar lá no Garrafão, resolveu cortar gravata com tesoura em vários pedaços, para os amigos levarem como recordação. Estou passando pequena recordação de Cuiabá, bons tempos, lembrei Money Money!

HÉLIO AUGUSTO GOMES, ambientalista, Cuiabá/MT

Fiscaldolixo@gmail.com



CCJ aprova o fim do foro privilegiado

Isso está me cheirando a safadeza das porcarias políticas que aí estão. Para evitar uma reação popular pela aprovação da lei que permite punir delegados e juízes em pleno êxito da Lava Jato, os "nobres" senadores fingiram acabar com o foro privilegiado. Não ficarei surpreso se a proposta for barrada pela Câmara. Tudo indica que é apenas um teatrinho para tentar salvar a pele dos muitos congressistas corruptos.

LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, Administrador, Cuiabá/MT

luiz.alves.correa@gmail.com



Taques defende Reforma Tributária

Ótima oportunidade para os nossos políticos pensarem na nossa população. Já temos medicamentos que tem tributos de cerca de 80%, ou seja, um medicamento que custa R$ 100,00, na verdade seu preço é R$ 20,00, R$ 80,00 é imposto. Uma grande quantidade de outros produtos e serviços cobram em torno de 50%, sobre o valor da venda. Isso significa que o trabalhador que ganha R$ 1.000,00 recolhe R$ 500,00 de impostos ao poder publico. A população que criou esse país jamais imaginou que chegaria a esse absurdo. É hora de reduzir o estado brasileiro em no mínimo 50%. Ai vem o político e afirma "como reduzir se a lei não permite, todos tem estabilidade". Balela, mentira esfarrapada. Quando a ex-presidente foi mandada para Cuba o atual afirmou, vamos limpar cerca de 100 mil apaniguados, que ganham para fazer arruaças em Brasília. Não chegou a 5 mil. Gente que só faz ganhar nosso suado trabalho. Somos seus escravos. As prefeituras, os governos estaduais, todos precisam reduzir no mínimo 50% do seu tamanho. Talvez reformando para um imposto único de 3%, cobrado na oportunidade da venda final ao consumidor, com destaque, seria suficiente para custear o estado. Lembramos que quando os tributos ultrapassam cerca de 30% se tornam inibidores da economia. Ninguém está disposto a trabalhar para governo nenhum. O cidadão trabalha para elevar seu nível de vida. Principalmente quando os recursos arrecadados servem para distribuir entre os apaniguados. Determinado crítico afirmou “o estado pode ser administrado com 25% do seu contingente atual", isso significa despachar para o mercado de trabalho 75% da folha de pagamento. A população poderia ser consultada sobre isso. Enfim o poder emana do povo. Ou não?

ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT

ochove@terra.com.br



Subtrações do populismo acadêmico

O sistema educacional brasileiro tem suas vítimas, são elas a maioria dos estudantes na faixa etária máxima de trinta anos e os que, infelizmente, deixaram para concluir seus estudos nos últimos vinte anos. Todavia, se há vítimas é porque há criminosos, ou, atenuando, há malfeitores no sistema de educação. Para mim, esses malfeitores são as pessoas que induziram a um estado vegetativo educacional uma grande maioria de brasileiros, seja por acreditarem que as inovações pedagógicas, bem como as didáticas iriam mudar a realidade dos estudantes brasileiros, seja pelo motivo de simplesmente realizar mudanças para testar a força das ideologias que os guiam em suas propostas políticas educacionais. Somando, em contrapartida, o excesso ou a exacerbação do "eu", a máxima individuação da cultura da egolatria, essa nova categoria de vivência em sociedade, no qual se expressar é mais importante que dominar o conhecimento mínimo necessário para ser considerado um bom estudante, temos, então, uma sociedade no qual as gerações mais novas estão sendo conduzidas felizmente ao status de "ruminantes" culturais, limitando-se a recitar "mantras" de ideologias excêntricas e sem nexo com a realidade sociocultural do país, fora do contexto e com viés de “sapiência”. Ao se acostumarem a agir de forma falaciosa e sofistica, para aparentarem ser estudantes que se dedicam a conhecer pelo menos metade da gama de informações que os estudantes do passado se propunham, os nossos estudantes são hoje a cara de nossa falência de valores e da desvalorização de um sistema educacional que se propõem a ensinar o máximo, contudo, se contenta com apenas o mínimo para garantir que suas vítimas não possam revoltar-se contra os seus malfeitores, mas que garanta que estejam realizados como indivíduos mínimos em conhecimento e máximos em expressividade bovídea.

FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, Cuiabá/MT



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