Quarta feira, 24 de julho de 2019 Edição nº 14740 24/05/2017  










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Em nota, governo reafirma apoio às investigações

Da Reportagem

O governo do Estado emitiu uma nota pública após as prisões do ex-comandante da PM Zaqueu Barbosa e o cabo Gerson Luiz Ferreira Corrêa Júnior. De acordo com a nota, o governo Pedro Taques (PSDB) apoia as investigações sobre as interceptações clandestinas.

"O Governo de Mato Grosso vem a público expressar seu total apoio a todas as investigações em curso sobre o caso, no âmbito do Poder Executivo e dos demais poderes, e reitera sua convicção de que o assunto deve ser apurado com o máximo rigor e, comprovando-se qualquer ato ilícito, que os responsáveis sejam punidos na forma da lei", diz a nota.

De acordo com o governo, existem duas investigações sobre o assunto. "Há dois procedimentos em curso no âmbito do Estado de Mato Grosso, sendo um IPM (Inquérito Policial Militar) e outro Inquérito Policial na Defaz (Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública) para investigar tais denúncias", explica a nota.

Mais cedo, o secretário chefe do Gabinete de Comunicação do Estado de Mato Grosso, Kleber Lima, afirmou que ainda não existe comprovação formal de que foram realizadas interceptações telefônicas ilegais no âmbito da Policia Militar de Mato Grosso. Segundo Lima, o que se tem até agora, "são denúncias".

"Até agora temos é uma denúncia que é grave. Não existe comprovação de que houve esses grampos ilegais. O que se tem é uma denúncia. Cadê os áudios?", questionou Kleber Lima.

O secretário ainda revelou que o Comando Geral da PM irá instaurar um inquérito militar para apurar as denuncias e o possível envolvimento de policiais na "arapongagem" Mato-grossense.

"O governador de imediato, quando o assunto surgiu na imprensa, solicitou do secretário de Segurança Pública (Rogers Jarbas) que investigasse o caso. Tanto que entre amanhã e quinta, saíra uma portaria para a instauração de inquérito militar para apurar essas denúncias. O coronel Denézio Pio, que estava na reserva, será incorporado à PM para coordenar os trabalhos, tendo em vista que a denúncia aponta que militares da reserva estariam envolvidos nos supostos grampos", explicou.

Sobre os documentos divulgados onde mostra que o chefe da Casa Militar, coronel Evandro Alexandre Lesco, que comprou em 2015 dois aparelhos de escutas telefônicas no valor de R$ 24 mil em seu nome e que foram entregues na sede do Comando Geral da Polícia Militar, Lima disse que Lesco será um dos primeiros a ser ouvido no inquérito militar.

"O coronel Lesco será ouvido no inquérito, mas é preciso deixar claro que os dois aparelhos não são para escutas telefônicas, são aparelhos potentes para armazenagem e outros trabalhos. Ele deve ter adquirido para o serviço de inteligência da PM", finalizou o secretário.(PR)



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