Sexta feira, 24 de maio de 2019 Edição nº 14739 23/05/2017  










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Propostas de MT seguem em avaliação no Mapa

Da Editoria

O setor produtivo de Mato Grosso entregou no mês passado ao Ministério da Agricultura um conjunto de propostas elaboradas por entidades locais para auxiliar na construção do novo Plano Agrícola e Pecuário (PAP), o chamado Plano Safra 2017/18. O documento contém 32 propostas que conforme o agro mato-grossense tem como finalidade auxiliar o governo federal na elaboração da política agrícola do País e atender de forma mais pontual a realidade do maior produtor nacional de grãos e fibra.

A principal proposta é que sejam disponibilizados recursos da ordem R$ 205 bilhões para o PAP 2017/18, mantendo o rebaixamento da taxa de juros seguindo a direção do que a Selic está trazendo ao mercado. Conforme o ministro interino, Eumar Novacki, as negociações com o ministério da Fazenda estão em andamento e nada está definido, nem mesmo o montante a ser ofertado pelo governo federal. Sobre as propostas de Mato Grosso, o ministro não soube afirmar qual ou quais estariam mais próximas de serem aceitas.

A Federal da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato) não quis repercutir a entrevista do ministro ao DIÁRIO, que trata do atraso no anúncio e na possível liberação dos recursos para o novo ano-safra. A entidade espera por um posicionamento oficial sobre a data de lançamento do PAP 2017/18.

PROPOSTAS - As entidades que constituem o Fórum Agro MT – Famato, Aprosoja, Ampa, Acrimat, Acrismat e Aprosmat – e o governo de Mato Grosso elencaram prioridades ao setor local e nacional. A iniciativa de entregar um documento comum e chancelado por todos se deve ao destaque da produção estadual, que responde por 25% de tudo o que é produzido no Brasil.

Também foi solicitada a implantação de um novo plano de armazenagem, principalmente para Mato Grosso. Atualmente, no Estado existe um déficit de quase 35 milhões de toneladas, praticamente metade do que é produzido.

Outra reivindicação considerada de extrema importância é a redução da taxa de juros para o custeio agrícola e pecuário para 6,5% a.a, para produtores enquadrados acima dos níveis de Pronaf e Pronamp.

Para os produtores de soja, milho e para a pecuária foi solicitado que seja retirada a trava do limite global, ou seja, hoje, por exemplo, o produtor pode adquirir até R$ 3 milhões de recursos se ele tiver limite, sendo 60% no primeiro semestre e 40% no segundo semestre. (MP)



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