Sábado, 18 de novembro de 2017 Edição nº 14739 23/05/2017  










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Terminal André Maggi, em Várzea Grande está saturado

Da Reportagem

Com um aumento de 300% a mais da demanda, o Terminal André Maggi em Várzea Grande é um retrato da falta de estrutura. Concebido, em 2004, para uma capacidade de atendimento diário de 20 mil passageiros, o terminal atendeu no ano passado a uma demanda de 80 mil passageiros por dia – quatro vezes maior que sua capacidade. As condições do local fazem parte de um relatório do Tribunal de Contas do Estado de auditoria do transporte coletivo realizada no ano passado.

Além das condições inadequadas de conforto, na inspeção segundo Tribunal de Contas, foi também identificada a superlotação do terminal. Foram constatadas no local irregularidades como infiltrações; condições precárias de limpeza; bancos em condições insuficientes para os usuários. Além de banheiros em mau estado de conservação e de limpeza e existência de anúncio publicitário não regulamentado.

Quem passa pelo local diariamente sente na pele os problemas do já ultrapassado terminal. A promotora de vendas Caroline Queiroz, 28 anos, diz que os problemas vão além dos citados pelo TCE. Segundo ela, no horário de pico é quase impossível se movimentar no local. Nos dias de chuva a situação é sempre a mesma, o local fica alagado e os passageiros ilhados.

“Não tem qualquer condição de ser um terminal. Infelizmente é isso que a população de Várzea Grande recebe. O lugar não tem qualquer estrutura. Fora outros problemas como os constantes assaltos e a venda de entorpecentes no terminal”, confirma a passageira.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande, Breno Gomes, diz que ainda não há qualquer sinalização de um novo local para abrigar a atual demanda dos passageiros. Segundo Breno, a administração pública segue de mãos amarradas com a indefinição do Veículo Leve sobre Trilhos. “Enquanto não se definir o futuro do VLT não temos como fazer nada, isso porque o novo terminal deve ser no ponto inicial do VLT”, diz.

Na cidade de Cuiabá as situações dos atuais terminais também não são diferentes, a precariedade também é notória nos locais segundo levantamento do Tribunal de Contas do Estado.

No terminal CPA I o relatório aponta deficiências como vazamento de esgoto; goteiras; falta de material de limpeza; más condições de limpeza; obstáculos para locomoção devido à presença de ambulantes; ausência de bebedouro; mau estado de conservação dos banheiros; e insuficiência no número de lixeiras. (AA)



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