Sexta feira, 19 de julho de 2019 Edição nº 14727 05/05/2017  










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Classe ‘B’ vai segurar consumo já interiorizado

Da Redação

O IPC MPS 2017 indica que o cenário de consumo urbano do País será puxado pela classe B e que responde por 42,9% (cerca de R$ 1,67 trilhão superior ao registrado em 2016, de R$ 1,55 trilhão), com 23,1% dos domicílios urbanos. Em contrapartida, a classe média (classe C) que mantém os 47,9% dos domicílios brasileiros, movimenta 33,9% do consumo (ou R$ 1,32 trilhão) ante os 33,6% do ano passado. A classe D/E permanece abrigando 26,6% dos domicílios, perfazendo 10,3% do consumo, ou R$ 402,1 bilhões. No topo da pirâmide, a classe alta (A) baixou sua participação para 12,9 ante os 13,4% do consumo de 2016, correspondendo a R$ 503,6 bilhões, conquistado por 2,4% dos domicílios.

Em termos globais, a área rural do País deve responder por um consumo da ordem de R$ 300 bilhões – contra os R$ 265,5 bilhões registrados em 2016.

Os reflexos participativos regionais mostram pequenos ajustes, mantendo praticamente os números do ano passado. A liderança no consumo é marcada pelo Sudeste registrando uma participação de 48,78% (pouco inferior aos 49,04% do ano passado). O mesmo ocorrendo com o Nordeste: 18,84% (contra os 19,03%) e o Centro-Oeste elevou para 8,51% o consumo que era de 8,4%. O Sul alcançou 17,94% (onde eram 17,58%) e o Norte do País registra 5,93% ante os quase 6% alcançados em 2016.

POTENCIAIS - Se puxarmos uma dimensão no desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros, em 2017, verifica-se que juntos são potencialmente responsáveis por 40,25%, equivalentes a R$ 1,69 trilhão (ante os 39,8% do ano passado).

O ranking dos municípios mostra a diversificação desse universo. Permanece a liderança dos mercados como os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, seguidos por Salvador, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, com Goiânia, retomando a 8ª posição, seguida de Manaus e Recife. Algumas Cidades do interior dos Estados ganham destaque na atual conjuntura como Campinas, que é a 9ª maior do País, destacando-se ainda Guarulhos, Ribeirão Preto, S. Bernardo, Sto. André e S. José dos Campos, no Estado de São Paulo, além de outras cidades como São Gonçalo e Niterói (RJ), Campo Grande (MS), Florianópolis e Joinville (SC), Uberlândia (MG), etc.

CONSUMO - Através do IPC Maps é possível traçar um perfil dos consumidores por classes sociais até onde gastam seu dinheiro. Os itens básicos lideram o consumo, como manutenção do lar 26,7% (incorporam despesas com aluguéis, impostos, luz-água-gás), alimentação 17,1% sendo 11,9% no domicílio e 5,2% fora dele, 1,2% com bebidas, transportes 7,5%, sendo 4,7% com veículo próprio e transporte urbano 2,8%, saúde, medicamentos, higiene pessoal e limpeza 8,8%, vestuário e calçados 4,8%, materiais de construção 4,4%, seguidos de recreação e viagens 3,3%, eletrônicos-equipamentos 2,3%, educação 2,2%, móveis e artigos do lar 1,9% e fumo 0,6%.



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