Domingo, 28 de maio de 2017 Edição nº 14716 18/04/2017  










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Novo prazo para Estrada do Moinho

Secid dá mais 140 dias para construtora terminar a duplicação da Estrada do Moinho

DINALTE MIRANDA/DC
A obra de duplicação da Avenida Archimedes Pereira Lima, mais conhecida como Estrada do Moinho está com 69,2% dos serviços realizados
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem

Mais uma vez, a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) prorrogou o prazo para conclusão da obra de restauração e duplicação da Avenida Archimedes Pereira Lima, mais conhecida como Estrada do Moinho. O termo de aditivo que posterga o prazo pela sétima vez foi publicado no Diário Oficial (DOE), na última sexta-feira.

Agora, o prazo para finalização dos serviços foi alterado por mais 140 dias, contados a partir da data de publicação do termo de aditivo. O processo estava suspenso desde março para conclusão e aprovação do projeto. Pelo termo de ajustamento de gestão (TAC) assinado com o Tribunal de Contas (TCE), o Estado tem até 18 de agosto deste ano para entregar a obra, que já está com 69,2% dos serviços realizados.

Neste momento, conforme a Secid, o projeto executivo da obra passa por readequações e será avaliado por uma equipe do órgão estadual. O projeto prevê correções das inconformidades encontradas na pavimentação, ciclovia e drenagem.

Ainda, segundo o órgão estadual, o aditivo está dentro deste prazo e serve para a retomada e término dos trabalhos da Estrada do Moinho, uma das principais vias de escoamento de veículos região do Coxipó.

A pista também conta com expressivo número de estabelecimentos comerciais e empresariais. "Além de atrasado, o serviço foi muito mal feito. Muitos dos nossos clientes reclamam", comentou o comerciante João Xavier. "Meu estabelecimento ficou sem entrada por que ainda precisam rebaixar a calçada e com isso eu perco clientes", acrescentou.

O Consórcio Trimec-Hytec, responsável pela execução da obra, deve realizar serviços em 4,42 quilômetros, contemplando a duplicação e alargamentos de pontes sobre o Córrego do Moinho e Rio Coxipó, com extensão de 44 metros e 84 metros, respectivamente.

O convênio, firmado em 2013, deveria ter sido finalizado antes da Copa do Mundo de 2014, mas já passou por diversas alterações. O valor do contrato é de R$ 23,6 milhões, obtidos por meio de convênio com a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). Até agora, o valor pago é de R$ 16,3 milhões.



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