Terça feira, 28 de março de 2017 Edição nº 14677 17/02/2017  










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Fifa é alvo de nova investigação


Gianni Infantino, presidente da Fifa
JAMIL CHADE
Da Agência Estado – Genebra

Um ano depois de tomar posse no cargo máximo do futebol, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, não consegue tirar a entidade do foco de investigações. Agora foi o Conselho da Europa que anunciou a abertura de investigações sobre a entidade, sob a suspeita de que as promessas de reforma no esporte mais popular do planeta não ocorreram e que violações continuam a ser cometidas pela cúpula da Fifa.

O Conselho da Europa indicou que vai examinar se a Fifa está aderindo às boas práticas de administração e regras de boas condutas. Em fevereiro de 2016, ao assumir a presidência da entidade, Infantino deixou claro que o período de crises tinha "terminado" e que ele iria virar a página na história da Fifa, marcada pela prisão de cartolas em 2015.

Mas, para uma das representantes do Conselho da Europa, Anne Brasseur, essa reforma foi lenta e Infantino não fez um esforço suficiente para limpar a Fifa do escândalo que eclodiu com a prisão dos dirigentes em investigação liderada pelo FBI. Brasseur foi, até o ano passado, presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e ocupou o cargo de ministra dos Esportes de Luxemburgo. Hoje, ela preside o Comitê de Esportes do Conselho da Europa.

Criado depois da Segunda Guerra Mundial, o Conselho da Europa conta com 47 países e é tido como a principal organização no que se refere aos direitos humanos no continente.

Em entrevista à imprensa suíça, Brasseur indicou que a nova gestão da Fifa esvaziou o seu comitê de ética e ameaçou quem delatar problemas internos. "Sob a nova gestão, eu não vejo reformas", disse. "Se alguém quer revelar algum problema, ele corre o risco de ser demitido. Isso não contribui com a credibilidade", afirmou Brasseur.



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