Domingo, 22 de janeiro de 2017 Edição nº 14650 11/01/2017  










CRISE NOS PRESÍDIOSAnterior | Índice | Próxima

Estado e Federal voltam a negar ameaças

Chefe da Casa Civil, Paulo Taques, e superintendente da Polícia Federal, Áderson Vieira Leite, negaram ameaças de facções em MT

RODIVALDO RIBEIRO
Da Reportagem

A exemplo do que fez na última segunda-feira (9) o secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas, ontem foi a vez do secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, juntamente com o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, Áderson Vieira Leite, negarem a ameaça divulgada pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, João Batista, quanto a ameaças de ataque a detentos rivais entre as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro dos presídios mato-grossenses.

Taques e Vieira Leite reafirmaram também que não há nenhuma espécie de registro de áudio advindo de interceptações telefônicas entre os membros das sucursais estaduais das facções nascidas respectivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

De acordo com a fala do secretário e do superintendente, divulgada após reunião no Palácio Paiaguás, isso também serve para “fortalecer o trabalho da inteligência policial”.

Rogers Jarbas, Vieira Leite e Paulo Taques foram categóricos em dizer que não há nenhuma materialidade que comprove um plano de ataque nas unidades prisionais nem na Secretaria de Segurança nem na Polícia Federal.

“Foram feitas consultas na Diretoria de Inteligência Policial da Polícia Federal em Brasília e junto à Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, e não foi reportada a existência dessa notícia”, relatou o superintendente da Polícia Federal.

Acompanhando o superintendente da Federal na reunião no Paiaguás estava o delegado federal Sérgio Sadao Mori, responsável pela divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado, divisão essa que seria a responsável por esse tipo de material.

Como divulgado ontem, ainda pela manhã da segunda-feira, o titular da Secretaria de Segurança Pública havia se antecipado em entrevista ao vivo a uma rádio da capital para negar sob todos os aspectos tanto as falas do presidente do Sindspen quanto várias notícias divulgadas por sites de notícias da capital e do interior quanto a um áudio obtido por jornalistas e divulgado fartamente em mídias sociais e redações.

“Eu entrei em contato com o dr. Áderson Leite e com o secretario de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul, dr. José Barbosa, e eles foram enfáticos em afirmar que não havia qualquer tipo de informação nesse sentido e que isso era uma falácia”. Como ontem, entretanto, Jarbas fez questão de dizer que a Secretaria de Segurança redobrou a atenção no sistema prisional depois da crise verificada nas capitais dos estados do Amazonas e Roraima, Manaus e Boa Vista, respectivamente, com quase uma centena de mortes.

O secretário garantiu um acordo de forças e atuação entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e órgãos de inteligência de outros estados na manutenção da segurança, palavras dele, da população trabalhadora, pais e mães de família, apesar de envidarem esforços para impedir rebeliões e derramamento de sangue em unidades prisionais.



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